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Educação | 17 de agosto de 2017
UFRGS promove cortes em meio à crise das universidades federais
O segundo semestre da Universidade Federal do Rio Grande do Sul só começa no dia 28 de agosto, mas estudantes e professores já estão preocupados com algumas mudanças anunciadas pela universidade.
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UFRGS promove cortes em meio à crise das universidades federais

No começo desta semana foram publicadas alterações na oferta de auxílio-moradia e de vagas na Casa do Estudante Universitário (CEU), e, na semana passada, foram comunicadas aos servidores mudanças no preço das refeições nos restaurantes universitários (RUs).
Em seu site, a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) afirma que, “considerando que chegamos ao limite máximo de oferta de auxílio-moradia e que os selecionados em 2017/01 ainda estão aguardando vaga na CEU”, o Edital de Moradia Estudantil (CEU 2017/02) contemplará apenas estudantes inscritos pelas modalidades L1 ou L2 (reserva de vagas com avaliação de renda), cujas famílias não residam em Porto Alegre ou na Região Metropolitana.
A Ufrgs disponibilizará 30 auxílios-moradia, podendo aumentar as vagas no decorrer do semestre. Outra alteração refere-se ao aumento do valor do auxílio-alimentação para os fins de semana, que será ampliado de R$ 120,00 para R$ 160,00 mensais.
Apesar de a Ufrgs não confirmar, segundo informações de estudantes, as refeições dos restaurantes universitários não serão mais produzidas dentro da universidade, e sim por uma empresa privada, que preparará e entregará a comida. Essa mudança pode acarretar na demissão de boa parte dos terceirizados que trabalham nos RUs.
Em reunião na semana passada, o reitor Rui Vicente Oppermann comunicou ao sindicato que representa os professores (Adufrgs-Sindical) que o valor pago por servidores nos restaurantes universitários será ajustado a partir de setembro, de R$ 1,75 para R$ 11,00. Para os estudantes, a mudança seria a necessidade da compra de tíquetes antecipados, que começa a operar em fase de teste no dia 4 de setembro. Procurada pela reportagem do Jornal do Comércio, a assessoria da Ufrgs não confirmou nenhuma das informações, esclarecendo que essas alterações ainda estão em processo de finalização. A universidade se manifestará apenas quando o processo for concluído.
O anúncio das alterações ocorre em paralelo a declarações do presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, Emmanuel Tourinho, de que as universidades federais só terão verba para manter-se funcionando até setembro. Não há verba suficiente nem mesmo para as despesas regulares com energia, vigilância, limpeza, bolsas para os alunos de baixa renda e serviços de manutenção.
Na Ufrgs, a projeção é de um déficit de R$ 40 milhões até o fim do ano. Segundo o reitor, a prioridade é o pagamento dos terceirizados.
“Hoje, temos uma tomada de decisão que é quase aquela de Sofia – onde é que vou fazer cortes? Nos últimos anos, temos feito racionalização de serviços para diminuir a despesa com terceirizados, mas já chegamos a um limite”, explica. As despesas compulsórias, como contas de luz, água e comunicação, estão sendo deixadas de lado no momento.

Fonte: Jornal do Comércio

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