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Ciep | 05 de fevereiro de 2018
Quer estudar nos EUA? Tire suas dúvidas
Por Marcel Hartamann - Zero Hora 30/01/2018 página 20.
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Quer estudar nos EUA? Tire suas dúvidas

Diretora da Panamerican School de Porto Alegre traz dicas para quem pretende cursar Ensino Médio, Graduação ou Pós-Graduação em instituições norte-americanas.

O Brasil é o 10º país que mais envia estudantes para os Estados Unidos, de acordo com o relatório Open Doors do Instituto Internacional de Educação (IIE) e do Escritório de Assuntos Educacionais e Culturais (ECA) do Departamento de Estado dos Estados Unidos. Em 2017, enviamos 13.089 estudantes para o país. Jogar-se nos livros por lá exige esforço, mas também não é algo impossível.

O valor gasto com um ano de cursinho e com toga uma graduação em universidade privada brasileira pode ser equivalente ao investimento em uma instituição americana, incluindo a mensalidade e aluguel, academia, reforço escolar e seguro-saúde. É só ser realista sobre aonde ir. E é muito possível viver sem a ajuda dos pais, graças a bolsas de auxílio ou valor obtido com estágios – afirma Emilly Dobson, diretora da PanAmerican School de Porto Alegre e especialista há 20 anos em orientar brasileiros a estudar nos Estados Unidos, no Canadá e na Inglaterra.

Confira, a seguir, algumas dicas ressaltadas poe Emily. Para obter um aconselhamento exclusivo, procure uma agência especializada – de preferência, uma que faça parte da Brazilian Educational & Language Travel Association (Belta).

No Ensino Médio

Nos EUA, o High School dura quatro anos, e não três. Há várias opções para os interessados de 15 a 19 anos: estudar por um período durante ou ao término do Ensino Médio brasileiro, ou realizar todo o ciclo nos EUA.

A escola deve ser certificada pelo Student Exchange Visitor Program, do Departamento de Segurança Doméstica. Para ficar no país após a formatura, é preciso obter uma carta de aceite de universidade ou faculdade comunitária local. Se o objetivo é voltar ao Brasil e validar o diploma de Ensino Médio, a equivalência de conteúdos pode ser um obstáculo,

Para isso, vale conversar com a sua escola de origem ou realizar o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).

Na universidade

O currículo de graduação nos EUA é bem mais aberto do que no Brasil. Você não precisa saber o curso ao iniciar os estudos, pode escolher disciplinas aleatórias para ver o que agrada. Após ter certeza, é possível optar por dois cursos diferentes (minor, com menor carga horária, e major, com mais disciplinas) cujos conhecimentos, juntos constituirão o percurso universitário.

Emily aconselha buscar por uma universidade que ofereça um co-operavive placement – programas de cooperação com empresas privadas nos quais o aprendizado teórico em sala de aula é posto em prática no mercado de trabalho. Assim , há mais chances de obter uma vaga de emprego ao fim da graduação. Entre as instituições de referência com esse tipo de acordo, estão a Universidade de Drexel, a de Northeastern e o MIT.

Graduação (undergraduate degree)

Nos EUA, o estudante tem duas opções: O bacharelado ou licenciatura), que dura mais ou menos quatro anos e é equivalente às graduações no Brasil; ou o associate degree, que dura dois anos e é promovido por faculdades comunitárias (community colleges). As faculdades comunitárias são mais baratas e aceitam mais facilmente candidatos – muitas não exigem o SAT ou o ACT, os Enens  norte-americanos. Na contrapartida, o diploma não é validado pelo Ministério da Educação (MEC) do Brasil e tem menos prestígio junto ao mercado de trabalho norte-americano.

Uma boa opção, aconselha Emily, é cursar dois anos em uma faculdade comunitária e seguir os estudos superiores em uma universidade prestigiada. No fim das contas, o diploma que vale será o da última instituição frequentada. Há faculdades comunitárias que mantém acordos para enviar seus egressos a universidades prestigiadas.

Pós-Graduação (graduate degree)

Esta é a porta mais simplificada para estudar nos EUA. As bolsas de estudo são mais raras, mas ainda existem. As exigências de conhecimentos de inglês, no entanto, são bem maiores. A validação do diploma também é mais acessível, graças aos acordos entre universidades brasileiras e norte-americanas.

Fonte/Link: Zero Hora 30/01/2018 página 20

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