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Opinião | 16 de abril de 2018
Robot-proof, a educação em tempos de inteligência artificial
Como o Ensino Superior pode preparar os estudantes para suas vidas profissionais quando as próprias profissões estão desaparecendo?
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Robot-proof, a educação em tempos de inteligência artificial

Os robôs podem subir escadas, abrir portas, ganhar o Jeopardy!, analisar o trabalho em fábricas, encontrar vagas de estacionamento, aconselhar oncologistas.

No passado, a automação era considerada uma ameaça à mão de obra pouco qualificada. Agora, muitas funções altamente qualificadas, incluindo a interpretação de imagens médicas, a pesquisa legal e a análise de dados, estão dentro dos conjuntos de habilidades das máquinas.

Como o ensino superior pode preparar os estudantes para suas vidas profissionais quando as próprias profissões estão desaparecendo? Joseph E. Aoun, presidente da  Northeastern University, propõe uma forma de educar a próxima geração de estudantes universitários a inventar, criar e descobrir – meios de preencher as necessidades da sociedade, que até mesmo o mais sofisticado agente de inteligência artificial não pode.

Uma educação “à prova de robôs”, argumenta Aoun, não se preocupa apenas em encobrir as mentes dos estudantes com fatos de alta octanagem. Em vez disso, calibra-os com uma mentalidade criativa e a elasticidade mental para inventar, descobrir ou criar algo valioso para a sociedade – uma prova científica de uma gravação de hip-hop, uma banda desenhada na web, uma cura para o câncer.

Aoun estabelece a estrutura para uma nova disciplina, a humanística, que se baseia em nossos pontos fortes inatos e prepara os alunos para competir em um mercado de trabalho no qual as máquinas inteligentes trabalham ao lado de profissionais humanos.

Para Aoun, as novas literacias do humanismo são: alfabetização de dados, alfabetização tecnológica e alfabetização humana. Os alunos precisarão de alfabetização em dados para gerenciar o fluxo de big data e de alfabetização tecnológica para saber como suas máquinas funcionam, mas a alfabetização humana – humanidades, comunicação e design – para funcionar como um ser humano.

As oportunidades de aprendizagem ao longo da vida apoiarão sua capacidade de adaptação à mudança.

A única certeza sobre o futuro é a mudança. O ensino superior baseado nos novos letramentos do humanismo pode equipar os alunos para viver e trabalhar através da mudança.

Recomendo a leitura!

Avante!

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Caso tenha se interessado pelo assunto, e gostaria de conversar mais sobre este tema, entre outros tantos que envolva a educação num cenário tecnológico, estou disponível pelo WhatsApp: (51) 9 9914 3565.

Nivio Delgado – Diretor Superintendente da Fundacred.

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