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Educação | 15 de maio de 2018
Educação financeira ajuda a reduzir inadimplência, diz presidente do BC
Ilan Goldfajn discursou na abertura da 5ª Semana Nacional de Educação Financeira, em Brasília. Ele defendeu também inserção da educação financeira no ensino médio.
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Educação financeira ajuda a reduzir inadimplência, diz presidente do BC

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou nesta segunda-feira (14), durante a abertura da 5ª Semana Nacional de Educação Financeira, em Brasília, que a melhoria dos níveis de educação financeira da população tem “efeitos macroeconômicos de grande importância”.

Segundo ele, ao também aumentar a propensão do cidadão a poupar, a educação financeira gera “externalidades positivas” para o desenvolvimento econômico do país e para o bem-estar da população.

“Uma melhor educação financeira implica uma demanda e uso mais responsável e adequado do crédito, um menor risco de endividamento excessivo e, portanto, uma menor inadimplência”, afirmou Goldfajn.

Pesquisa do BC
Fábio Coelho, diretor-superintendente da Previc e presidente do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef), observou que pesquisa do BC, em parceria com a Serasa e o Ibope, identificou que 56% dos entrevistados assumiram não fazer orçamento doméstico familiar, enquanto 69% afirmaram não ter poupado nenhuma parte de sua renda nos últimos 12 meses.

“O cartão de crédito [que tem os juros mais altos do mercado no caso de inadimplência] é o principal produto financeiro utilizado pelo brasileiro e, na sequência, o carnê de lojas”, afirmou ele.

De acordo com Coelho, a pesquisa apontou que os carnês de loja passaram a ser mais utilizados durante a crise financeira porque os consumidores tinham atingido o limite do cartão de crédito.

Base nacional de educação
O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, lembrou que, em 2017, o Ministério da Educação homologou o texto da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o Ensino Fundamental, que incorporou referências à educação financeira, especialmente quanto à gestão de finanças pessoais e à educação para o consumo e, também, à educação econômica.
Segundo ele, a educação financeira pode ser ensinada, por exemplo, como habilidade a ser adquirida pelo estudante, a capacidade de “Ler e compreender, com autonomia, boletos, faturas e carnês” e “compreender as formas de persuasão do discurso publicitário, o apelo ao consumo”.

Goldfajn lembrou que a Base Nacional Comum Curricular para o Ensino Médio está sendo construída e em breve será também submetida a audiências públicas. “Defenderemos, mais uma vez, a inserção da educação financeira em seu texto, e esperamos contar com vocês nesse processo”, acrescentou.

Canais eletrônicos
O presidente do Banco Central também disse que os brasileiros têm usado cada vez mais os canais eletrônicos para realizar transações, como o internet banking e, especialmente, a telefonia móvel.

“Cartões de crédito e de débito continuam substituindo os pagamentos em espécie e, em larga escala, os cheques. Mais recentemente, a inovação tecnológica tem propiciado o surgimento de novas instituições, as chamadas fintechs, com um novo perfil de atendimento e provendo, de forma inovadora, serviços financeiros por meios eletrônicos”, acrescentou.

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