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Educação | 23 de maio de 2018
Em 2023, instituições privadas terão mais alunos no ensino à distância que no presencial
Pesquisa mostra que modalidade concentrará 51% das novas matrículas na rede particular.
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Em 2023, instituições privadas terão mais alunos no ensino à distância que no presencial

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), divulgada nesta terça-feira, mostra que caso a tendência de crescimento nas matrículas no ensino superior continue a mesma, em 2023 o número de ingressantes por meio da educação à distância (EAD) nas universidades particulares será maior que o daqueles que entram para cursos presenciais.

De acordo com o estudo, a projeção é que em 2023 haja 2.276.774 matrículas novas de ensino superior na educação à distância, o correspondente a 51% do total, enquanto que os cursos presenciais das instituições particulares registrarão 1.993.319 ingressantes. Os últimos dados do Censo da Educação Superior 2016, divulgados no ano passado pelo Ministério da Educação (MEC), mostram que nas instituições privadas o número de alunos que entraram em cursos presenciais naquele ano era 1.637.461, enquanto que 818.691 ingressaram na educação à distância.

— É uma boa notícia, signfica a ampliação do acesso ao ensino superior. Determinadas faixas da população que não tinham essa oportunidade, seja porque são mais velhos e não queriam voltar a estudar da forma tradicional, ou porque são trabalhadores que não têm disponibilidade de voltar a ser aluno por tempo integral, agora voltaram a estudar. A educação à distância também tem alcance expandido em regiões do país que não tinham acesso— afirma Celso Niskier, vice-presidente da ABMES, que explica que o crescimento da modalidade se deve também ao declínio nos contratos do Fies, que financiavam a entrada no ensino presencial.

Os dados mostram que a maioria das pessoas que escolhem a educação à distância têm em média de 31 a 40 anos, trabalham e são casadas. Essa modalidade também é mais popular entre as mulheres, que representam 62% dos que escolhem a EAD.

 

Fonte: O Globo

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