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Ciep | 17 de agosto de 2018
Exigência de inglês para estudar em Portugal
Capes passou a exigir idioma após identificar deficiência para a produção científica.
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Exigência de inglês para estudar em Portugal

A geóloga Lana Nunes, 38 anos, doutoranda da UFPA, está prestes a embarcar para uma temporada de pesquisa na Universidade do Minho, Portugal. Ao menos teoricamente.

A pesquisadora deve viajar em agosto, com a bolsa do PDSE (Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior), da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, ligada ao Ministério da educação), mais ainda não pôde pedir visto ou adquirir passagens porque a análise de sua proficiência na língua inglesa está pendente na agência de fomento.

O intercâmbio da pedagoga Paula Silva, 32, doutoranda da UFMG, também está indefinido. professora da UFVJM, ela deve viajar em setembro para Coimbra, mas espera confirmação da Capes.

“Tenho três cartas de aceite da universidade portuguesa, que frisam que a língua de trabalho é o português”, diz.

Na regra do edital de dezembro, para o intercâmbio em países lusófonos, agora é necessária pontuação mínima de 500 pontos no Toelf.

Pós-graduados encaminharam uma carta abaixo-assinado à Capes, questionando o edital. Segundo eles, a nova regra dificulta o desenvolvimento de pesquisa, já agravado num contexto de sucessivos cortes orçamentários – na semana passada uma nota da Capes alertou o risco de interrupção do pagamento de todas as bolsas a partir de agosto de 2019.

Fonte: Folha UOL11/08/2018 por Juliana Sayuri

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