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Fundacred na Mídia | 23 de novembro de 2018
Carreira acadêmica: um caminho para quem gosta da sala de aula
Pensa em se tornar um professor universitário ou pesquisador? Veja por onde começar.
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Carreira acadêmica: um caminho para quem gosta da sala de aula

Seguir carreira acadêmica ainda é visto como uma escolha profissional de prestígio. Apesar da baixa adesão em níveis básicos de educação, ensino fundamental e médio, a atuação em ambientes de ensino se tornou o desejo de muitas pessoas. Os principais motivos são mais segurança em remuneração e colocação profissional, tendo inclusive um número considerável de ofertas em instituições fora do País.

No entanto, para chegar a fazer parte dos quadros de professores e pesquisadores de qualquer instituição, é necessário atender alguns requisitos. Além dos diplomas, o desempenho da função exige atualização constante e uma rotina intelectualmente ativa, com produção de artigos assim como a participação em eventos científicos.

Quais requisitos para se tornar um professor universitário ou pesquisador

O primeiro passo para quem quer investir na carreira acadêmica e levá-la ao nível profissional e escolher a área. São comuns casos em que os estudantes optam por seus cursos de graduação motivadas por outros fatores, que não a proximidade e afeição pelas disciplinas. Porém, durante o período de aperfeiçoamento, os cursos de pós-graduação por exemplo, o trabalho em torno do objeto de pesquisa pode se tornar frustrante. Por isso, antes de escolher em que área seguir, as vivências são importantes. Pesquisar sobre as áreas dentro do curso escolhido e testá-las, como por exemplo participando de grupos de iniciação científica, até identificar uma que desperta maior entusiasmo.

Depois de definida a área de atuação, alguns desvios podem acontecer. Muitas pessoas se especializam em áreas diferentes da primeira formação, o que não as prejudica necessariamente. Pelo contrário, muitas vezes, essa situação pode ser enriquecedora, cruzando competências multidisciplinares

Quando a questão se volta para o currículo, os cargos de professores universitário geralmente exigem mestrado, ou até mesmo doutorado acadêmico. Em alguns currículos, pode haver ofertas e vagas que aceitam formação em nível de especialização, ficando a cargo de cada universidade definir essa exceção. Já na área da pesquisa, a introdução pode ser feita desde a graduação, em grupos de iniciação científica. As informações sobre as áreas de atuação, pesquisas publicadas ou grupos de pesquisas em atividade podem ser conferidas direto com a universidade.

A diferença entre pós-graduação lato e stricto sensu

Depois da graduação, é possível dar continuidade aos estudos com cursos de extensão ou especialização. Os primeiros são opções mais rápidas e focadas, voltados a soluções específicas para o mercado de trabalho ou frentes de atuação. Enquanto as ofertas de especializações duram mais e exigem trabalho final como parte do requisito para o certificado ou diploma.

Conforme definição do MEC, os cursos que compreendem o lato sensu são os de especialização, que incluem os designados MBA (Master Business Administration), com duração mínima de 360 horas. Ao término, o estudante obtém um certificado. Os programas de mestrado e doutorado, com edital de seleção e abertos a diplomados integram a pós-graduação stricto sensu. Nesses cursos, os estudantes recebem diploma e podem passar por uma rigorosa análise curricular.

Atuação em universidades fora do Brasil

Uma das grandes promessas da vida acadêmica, motivo para que muitos estudantes a busquem, é a mobilidade acadêmica. A possibilidade de estudar e atuar em instituições fora do País, além de soar como uma experiência instigante, acrescenta pontos ao currículo. Instituições de diversos lugares do mundo, programas internacionais e até mesmo do governo do Brasil apoiam essa prática. Afinal, é uma forma de enriquecer o conhecimento científico e também profissional dos brasileiros, realizando um intercâmbio de competências, intelectuais e culturais.

As ofertas de modalidades de pós-graduação sanduíche, em que parte do curso é feito fora do país e parte dentro, são muito mais frequentes e tendem a disponibilizar um bom apoio financeiro ao candidato. Outra possibilidade, é atuar como professor convidado em universidades estrangeiras. Nessa modalidade, o profissional contribui lecionando em disciplinas específicas, relacionadas a sua formação.

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