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Educação | 11 de janeiro de 2019
Empresas de tecnologia estão revolucionando o setor de educação
Segundo um levantamento realizado pela Abstartups, em parceria com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB), existem 364 edtechs no Brasil.
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Empresas de tecnologia estão revolucionando o setor de educação

Desde que a tecnologia se tornou parte do cotidiano, praticamente todos os segmentos passaram por mudanças e no setor de educação não foi diferente. Muitas empresas, que não atuavam nesse segmento, começaram a apostar em diversas soluções para revolucionar o mercado. Segundo um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups), em parceria com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB), existem 364 edtechs no Brasil, colocando esse setor em primeiro lugar no mercado de atuação das startups, com uma fatia de 7,8%.

No entanto, não são apenas as edtechs que estão revolucionando a educação. A Samba Tech, empresa pioneira na distribuição de vídeos na América Latina, por exemplo, percebeu que os grupos educacionais, produtores de conteúdo e educadores digitais estavam procurando por segurança e por uma forma mais engajadora de garantir a atenção dos alunos, e, por isso, começaram a investir em soluções de vídeos para o mercado educacional.

Nos últimos dois anos o portfólio de clientes da área cresceu cerca de 60% e eles já atendem grandes grupos educacionais como: Kroton, PUC Minas, Ser Educacional, MeSalva!, entre outros. A Samba Tech utiliza da tecnologia ABR que adapta a entrega do conteúdo ao dispositivo e à velocidade da internet, garantindo que os conteúdos estejam sempre disponíveis para o público e que não sofra problemas de carregamento. Para gerar mais engajamento, a empresa investiu também em uma infraestrutura para realização de aulas ao vivo dentro da própria plataforma e integração com LMS e media center, que garante uma melhor experiência pro usuário.

A tecnologia de biometria facial já chegou às salas de aula também. A Fuvest, por exemplo, utilizou a tecnologia de reconhecimento facial no processo seletivo de 2019 com o propósito de aumentar a segurança do exame e agilizar a identificação dos participantes. A FullFace, startup brasileira especializada em biometria facial, é um exemplo de startup que começou atuar nesse segmento. A empresa é desenvolvedora e detentora de tecnologia de biometria facial e mapeia cerca de 1.024 pontos do rosto com 99% de acurácia nas identificações.

Já a Oliplanet, startup selecionada como destaque no programa InovAtiva Brasil 2018.2 na categoria “Negócios de Impacto Sócio Ambiental”, desenvolveu o Programa Oliplanet Ponto Azul. Nele, as escolas participantes viram pontos de coleta do óleo de cozinha usado e cada garrafa PET significa benefícios para os alunos e também para a instituição de ensino.

Além disso, o programa também disponibiliza materiais educacionais sobre meio ambiente como gibizinhos, cartazes, flyers, vídeos educativos, além de palestras e eventos recreativos. Fomentando a educação ambiental, a startup quer ajudar os professores a inserirem os cuidados com o planeta na pauta de suas matérias.

Outra empresa acelerada pelo programa InovAtiva que tem atuação no setor de educação é a AED Tecnologia, com a Biblioteca Acessível, que oferece um tablet e um mouse braile para auxiliar pessoas com deficiência visual a terem acesso à leitura de materiais digitais. Atualmente está presente em 82 escolas públicas municipais de Fortaleza auxiliando os estudantes a ler em braile. A iniciativa gerou uma economia de mais de nove milhões de reais na compra de livros em braile nos últimos cinco anos.

Fonte: Ipnews

 

 

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