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Fundacred na Mídia | 11 de janeiro de 2019
Nanotecnologia: grandes possibilidades em pequenas escalas
Conheça o que é a nanotecnologia, os avanços e expectativas da área.
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Nanotecnologia: grandes possibilidades em pequenas escalas

O que é nanotecnologia?

Nanotecnologia é como ficou conhecida a ciência que se dedica a manipular matérias em escala atômica e molecular, focada nas características particulares dos elementos em tamanho nanométrico.

A base para as pesquisas na área é a unidade de medida chamada de nanômetro, que corresponde a um bilionésimo de metro. Para se ter uma noção de quão pequeno é isso, a comparação entre 1 metro e 1 nanômetro equivale à comparação entre o planeta Terra e uma bola de golfe.

As vantagens da nanotecnologia

Citada pela primeira vez no meio científico em 1959, pelo físico Richard Feynman, os estudos na área começaram a ser desenvolvidos e testados em laboratórios a partir dos anos 2000. Trabalhar com escalas nanométricas abriu muitas possibilidades para a produção de dispositivos e circuitos, já que a maioria dos elementos fica instável  em proporções tão pequenas.

Para estruturas mais seguras e fortes, matérias sintéticas precisam ser usadas. Aí entra o papel da nanotecnologia. Produzir estabilidade e máximo de precisão para diversos fins, de indústrias a pesquisas médicas.    

Campo de atuação e pesquisas

A nanotecnologia atua no desenvolvimento de materiais para pesquisas em diversas áreas, como medicina, eletrônica, ciência e engenharia. Alguns exemplos dos avanços atribuídos ao uso dessa tecnologia já estão presentes em nossas vidas. É possível encontrá-la em películas antirreflexo de óculos, no LED de TVs, smartphones e e-readers.

No entanto, ainda existem muitos desafios para o desenvolvimento de projetos, principalmente no que diz respeito aos equipamentos para a manipulação em nano escalas. Geralmente, apenas grandes laboratórios e indústrias possuem aparelhagem adequada, limitando os avanços.

Além disso, pouco se sabe sobre as interações entre os nanomateriais e os seres vivos. Não há muitos estudos que indiquem as consequências desse contato e formas de revertê-lo. Isso porque eles são facilmente absorvidos pela pele e corrente sanguínea, o que tornaria difícil o controle de possíveis reações químicas.

Avanços e contribuições

Nanopartículas já são usadas no tratamento de algumas doenças, como câncer, alzheimer e AIDS. A tecnologia permite diminuir os efeitos adversos de algumas terapias, já que age diretamente no problema, seja uma célula ou vírus. As dimensões permitem que o medicamento seja levado diretamente até o vírus ou célula, diminuindo a liberação de substâncias no corpo.

Em construções, pesquisas mostram que concreto, asfalto e outros materiais podem se tornar mais duráveis, resultando em reduções de gastos para governos na manutenção de cidades. E até mesmo ajudar na produção de energia elétrica, devido a nanodispositivos espelhados em rodovias e estradas.  

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