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Educação | 01 de abril de 2019
Ensino Médio aponta queda de 7,1% nas matrículas
CredNEX, crédito educacional pioneiro para atender esta faixa, ganha cada vez mais força nas instituições ao garantir a captação e retenção de alunos.
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Ensino Médio aponta queda de 7,1% nas matrículas

Em recente publicação, o Censo Escolar do Inep indica que o Ensino Médio registrou 7,7 milhões de matrículas no ano de 2018, o que representa uma queda de 7,1% em relação aos últimos cinco anos. A taxa é uma tendência nacional, sendo que alguns fatores contribuem para este número: a situação econômica do país e os reajustes repassados aos alunos do ensino privado resultam em um déficit nos anos finais da educação básica.

Diante disso, o Brasil enfrenta sérias dificuldades para incluir os jovens, que praticamente abandonam as salas de aula antes mesmo de concluírem seus estudos. Para tentar resolver este movimento de evasão, o CredNEX, opção inédita de crédito educacional para o Ensino Médio, chega para proporcionar o ingresso de mais jovens à educação de qualidade.

O incentivo aos estudos na última etapa da Educação Básica é um diferencial para o futuro acadêmico, já que tudo indica que o estudante de escola particular tem o dobro de chances de entrar na faculdade, aponta estudo. Segundo a pesquisa, 79,2% dos estudantes que completam o Ensino Médio na rede privada ingressam no ensino superior. Na rede pública, esse percentual cai drasticamente para 35,9%.

Com o CredNEX é oferecida a possibilidade de pagar as mensalidades de forma bem mais acessível. Além disso, os pais conseguem garantir uma formação de qualidade para os seus filhos e as escolas mantêm um número satisfatório de matrículas. O crédito educacional para o ensino médio é uma solução para  manter a mensalidade em dia e prioriza a qualidade do ensino, já que a decisão de não estudar tem efeitos prejudiciais sobre o futuro profissional de cada um.

Dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil é onde mais vale a pena ter curso superior para atuar no mercado de trabalho, segundo a pesquisa do IBGE.

Por: Assessoria de Imprensa

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