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Educação | 12 de abril de 2019
Katie Bouman, a cientista de 29 anos que liderou projeto do buraco negro
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Katie Bouman, a cientista de 29 anos que liderou projeto do buraco negro

Katie Bouman , uma mulher de 29 anos, ganhou atenção mundial depois de ser apresentada como uma das cientistas por trás da primeira imagem já registrada de um buraco negro .

Foi ela quem liderou o desenvolvimento do programa de computador que tornou a foto possível. Cerca de 200 pesquisadores levaram dois anos para analisar os algoritmos , idealizados por Bouman, que formaram a imagem final, captada em uma panorâmica por uma rede global de telescópios em 2017.

A cientista, que conquistou um doutorado em ciência da computação no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) , uma das instituições de ensino mais respeitadas do mundo, começou a desenvolver este algoritmo há três anos, quando ainda era aluna da graduação. Lá, ela foi assistida por uma equipe do Laboratório de Inteligência Artificial e Ciência da Computação do MIT e por outra do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica.

Em uma foto que viralizou nas redes sociais, Bouman aparece ao lado de seu computador, que estampa na tela a foto do buraco negro antes de sua publicação, na quarta-feira 10. “Acompanhando incrédula conforme a primeira imagem de um buraco negro passava pelo processo de reconstrução”, escreveu a americana em sua conta no Facebook.

Hoje professora assistente de computação e ciências matemáticas no Instituto de Tecnologia da Califórnia, a cientista angariou elogios das duas universidades por onde passou. O laboratório do MIT inclusive comparou seu feito ao de Margaret Hamilton , que criou o código que ajudou os primeiros astronautas americanos a irem a Lua.

Ao responder aos elogios, a cientista exaltou a equipe que a auxiliou no projeto e pediu que eles recebam o mesmo crédito. “Nenhum de nós poderia ter conseguido isso sozinhos”, disse Bauman à CNN. “Só chegamos ao resultado por meio de várias pessoas diferentes, com histórias de vida diferentes.”

A imagem do buraco negro, capturada pelo Telescópio “Horizonte de Eventos” (EHT), foi renderizada pelo algoritmo da Dra. Bouman. Os telescópios da rede estavam posicionados em pontos que iam do Chile à Antártica.

Os dados capturados pelos telescópios foram gravados em centenas de discos rígidos que foram então enviados para centros de processamento nas cidades de Boston, nos Estados Unidos, e Bonn, na Alemanha. Foi o método de Bouman que processou estes dados crus, decodificando e formando a foto.

Os algoritmos, segundo os princípios matemáticos, são um processo usado para estabelecer regras que resolvem problemas. Os resultados da pesquisa de Bouman foram analisados por quatro times distintos para comprovar a veracidade de suas descobertas.

“Nós somos um amontoado de astrônomos, físicos, matemáticos e engenheiros. Isto foi necessário para que alcançássemos o que um dia pensamos ser impossível”, completou a americana.

Fonte: VEJA

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