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Educação | 08 de julho de 2019
Nanossatélite construído em Santa Maria entrará em órbita no ano que vem para monitorar o clima espacial
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Nanossatélite construído em Santa Maria entrará em órbita no ano que vem para monitorar o clima espacial

Em produção há seis anos, o nanossatélite 2 é um projeto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), juntamente com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Terá no máximo dois quilos, e poderá captar informações importantes para pesquisas sobre o clima espacial. Por exemplo, perturbações de tempestades magnéticas provocadas pelo sol , explica o pesquisador do Inpe, Nelson Schuch.

Será a segunda experiência dos pesquisadores da cidade. Em 2014, o nanossatélite 1, desenvolvido por estudantes da UFSM, juntamente com outras universidades, foi lançado na cidade russa de Yasny. Cinco anos depois, ainda segue em órbita. Todos os dias, dá 15 voltas ao redor da terra.

As informações encaminhadas pelo nanossatélite que está em órbita ajudam a monitorar o espaço magnético que está sobre o Brasil. Se isso não for feito, podem ocorrer problemas com a distribuição de energia elétrica, com o sistema de comunicações e até com o funcionamento de alguns aparelhos eletrônicos.

É o que explica o pesquisador Leonardo Zavareze da Costa. A região do campo magnético sobre América do Sul é bem crítica, uma série de missões científicas de satélites preferem desligar os satélites para evitar danos sobre o Brasil. Portanto, é muito importante monitorar para saber a intensidade dessas partículas e saber qual o procedimento que a gente pode ter para proteger elementos ali nessa região , detalha.

O nanossatélite 2 se juntará ao que já está em órbita, no início do ano que vem. O contrato de lançamento foi assinado nessa semana e prevê o financiamento da Agência Espacial Brasileira.

Depender de terceiros te limita bastante, então eu vejo essa a principal importância de estar trabalhando em alguma direção nessa área que é tão difícil produzir algo concreto, por que é tudo muito caro e a gente não detém a tecnologia , comenta o diretor do Laboratório de Ciências Espaciais de Santa Maria (Lacesm), Andrei Piccinini Legg.

Fonte: G1

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