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Educação | 05 de novembro de 2019
Noções de programação valem para todas as áreas
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Noções de programação valem para todas as áreas

A multinacional sueca Ericsson já requer de seus profissionais competências que vão além da capacidade técnica. Silvio Paciello, vice-presidente de recursos humanos para América Latina da companhia, explica que com a necessidade de desenvolver soluções de IoT (internet das coisas) algumas habilidades e comportamentos são esperados do profissional que vai trabalhar nesse novo cenário. Entre elas, colaboração, criatividade e capacidade analítica.

A primeira porque os times são multidisciplinares e há um compartilhamento constante de conhecimento. “Leva vantagem quem consegue navegar nesse cenário de colaboração”, comenta Paciello. Em relação à capacidade analítica, também se diferencia quem tem a habilidade de enxergar oportunidades dentro dos números. “Existem softwares que facilitam a modelagem de dados, mas pessoas com tino comercial para enxergar negócios nesses dados serão diferenciadas.”

Outro ponto é a importância de se ter curiosidade intelectual.

Além de recrutar nas principais universidades para seu programa de trainee e formar internamente o profissional, a multinacional tem parcerias estabelecidas com instituições de ensino e leva problemas reais do negócio para os alunos resolverem. “Essas parcerias têm ganhos para todos. Ao trazer os alunos para dentro de uma grande empresa, eles entendem como funciona a organização, as metas de curto prazo e conhecem o ambiente corporativo. Já a empresa tem a oportunidade de entender como serão seus próximos profissionais.” Entre as instituições parceiras da Ericsson estão o Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), e a Universidade Federal de Itajubá (Unifei), ambos em Minas Gerais.

Para Frederico Vieira da Silva, gerente da equipe de engenharia da americana Qualcomm, outro desafio é capacitar as pessoas de outras áreas que vão consumir o IoT. Ou seja, levar conhecimento de programação e tecnologia para alunos de outras disciplinas. “Nem todas as pessoas são tecnologicamente educadas e é preciso saber fazer uso das novas tecnologias”, diz o executivo. “O agrônomo precisa saber tratar a informação do drone usando IoT.”

Fonte: Valor Econômico

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