Nossos serviços
Entre em contato

Capitais e região metropolitana:
4007.2302

Demais cidades:
0800.002.2302

Whatsapp:
(51) 989.590.959


Av. Júlio de Castilhos, 44 - Térreo
Porto Alegre - RS - CEP 90030-130 | Como chegar

COPYRIGHT © 2019. Conheça nossa Política de Privacidade.

brivia

Educação | 03 de dezembro de 2019
Brasil é destaque mundial em acesso de estudantes ao Ensino Médio
Copiar link
Brasil é destaque mundial em acesso de estudantes ao Ensino Médio

Apesar de não ter registrado aumento expressivo no aprendizado de leitura, matemática e ciências entre alunos de 15 anos, o Brasil foi destaque positivo em outro aspecto educacional: inclusão. Conforme o relatório do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2018, divulgado nesta terça-feira (3), o Brasil, assim como o Uruguai, conseguiu melhorar o acesso de estudantes ao Ensino Médio, mesmo com o decréscimo populacional nessa faixa etária nos últimos 15 anos.

A avaliação aponta ainda que isso foi feito sem que houvesse redução na qualidade do ensino. O país foi apenas um dos cinco citados pelo relatório como exemplares nesse quesito.

“Entre 2003 e 2018, Brasil, Indonésia, México, Turquia e Uruguai matricularam muito mais estudantes de 15 anos na educação secundária sem sacrificar a qualidade da educação oferecida”, apontou a análise da prova, coordenada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e aplicada a 600 mil estudantes de 79 países.

“Uruguai e Brasil também aumentaram o número de estudantes de 15 anos elegíveis para participar do Pisa, apesar de terem uma população menor de pessoas com 15 anos em 2018 do que em 2003”, prossegue o relatório.

Desempenho brasileiro no Pisa 2018

O desempenho dos estudantes no país melhorou em todos os níveis avaliados pelo Pisa em 2018. Ainda que de maneira tímida, as médias em leitura, matemática e ciências aumentaram na comparação com 2015, quando a última edição da prova trienal foi aplicada. Contudo, mesmo superando a performance anterior, o país ainda está muito abaixo da média mundial – e fica entre os cinco piores da América Latina.

O melhor resultado foi da Estônia, que teve as maiores notas médias em leitura e ciências, ficando atrás apenas de países asiáticos em matemática. Além da Europa, que tem Finlândia, Irlanda, Polônia, Suécia e Reino Unido entre as nações melhor avaliadas, há ainda representantes da América do Norte (Canadá e Estados Unidos), da Oceania (Nova Zelândia) e da Ásia (Coreia do Sul) entre os 10 melhores.

No Brasil, não houve aumento expressivo em nenhuma das áreas avaliadas, mas o país tem demonstrado um crescimento consistente. As médias subiram entre cinco e seis pontos de 2015 para 2018, chegando a 413 em leitura – o maior da série histórica nacional -, 383 em matemática e 404 em ciências. Os resultados globais são de 487 em leitura, 489 em matemática e 489 em ciências.

Entre os países latino-americanos, incluindo o Caribe, o Brasil teve resultados piores que Chile, México, Colômbia e Uruguai, mas ficou à frente da Argentina, do Peru, do Panamá e da República Dominicana.

Fonte: Gaúcha ZH

Quero receber conteúdos voltados para:

Entre em contato através do WhatsApp

Entre em contato através do Messenger