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Educação | 13 de janeiro de 2020
Participação de jovens em empreendedorismo inicial passa de 18% para 22%
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Participação de jovens em empreendedorismo inicial passa de 18% para 22%

Dados da pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), apoiada pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), apontou que 38% dos brasileiros, ou seja, 51,9 milhões de pessoas têm um negócio ou estão envolvidos na criação de um. Essa pesquisa também levantou que a participação de jovens entre 18 e 24 anos, em 2018, foi de 22,2% no empreendedorismo inicial.

As universidades e os institutos de pesquisa são os locais mais propícios para o desenvolvimento de projetos que podem se tornar uma nova empresa. É o caso da rio-pretense Gabriela Byzynski, de 34 anos, que criou seu projeto de startup durante o pós-doutorado em Química, na Universidade Federal de São Carlos, em parceria com a professora Margarete Teresa Gottardo Almeida.

Após ter o projeto aprovado por um programa que apoia a execução de pesquisa científica e/ou tecnológica em micro, pequenas e médias empresas no Estado de São Paulo, ela decidiu tentar incubar sua startup no Parque Tecnológico de São José do Rio Preto.

“O que me chamou atenção foi a disponibilização de mentorias e cursos para as empresas incubadas no Parque. Nós estávamos precisando de uma estrutura de atenção e cursos completos em diferentes áreas”, conta.

Gabriela está com sua empresa incubada no Parque Tecnológico de São José Rio Preto há 1 ano. Para ela, o investimento na educação é o pilar essencial para estruturar um futuro melhor para jovens empreendedores. “Fiz um curso de exatas, onde infelizmente não tive tanta oportunidade de aprender sobre inovação e empreendedorismo, então ter o Parque Tecnológico disponível para nós é muito importante, porque essa ajuda especializada é sempre oferecida”.

O Ibilce, campus da Unesp em Rio Preto, por exemplo, possui um projeto de Empresas Juniores que tem o objetivo de favorecer o empreendedorismo e a formação profissional diferenciada desde a graduação.

“Essa oportunidade possibilita ampliar o relacionamento do estudante com o mercado de trabalho e outros segmentos, pois o aluno vivencia na prática o ambiente empresarial, do empreendedorismo e da inovação”, afirma a professora Fátima Pereira de Souza, membro do Conselho do Parque Tecnológico de São José do Rio Preto e docente do Departamento de Física do Ibilce/Unesp.

Fonte: Notícias da Manhã

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