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Educação | 12 de fevereiro de 2020
Coreia do Sul investe 8x mais que o Brasil em economia da cultura
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Coreia do Sul investe 8x mais que o Brasil em economia da cultura

A Coreia do Sul surpreendeu o mundo com o extraordinário desempenho de Parasita , dirigido por Bong Joon-Ho , no Oscar 2020: foram seis estatuetas e, pela primeira vez, um filme não falado em inglês foi o vencedor na categoria de Melhor Filme. O resultado, porém, não surpreendeu quem acompanha o histórico de desenvolvimento do cinema sul-coreano: “Os prêmios desta edição do Oscar são resultado de uma política pública orientada para o fortalecimento do mercado audiovisual da Coreia do Sul ao longo de 70 anos”, diz Gisele Jordão , coordenadora do curso de Cinema e Audiovisual da ESPM SP. “Hoje, os sul-coreanos representam o quinto maior mercado mundial de audiovisual.”

Entre as razões para o sucesso do setor cinematográfico na Coreia do Sul, segundo Gisele, estão a isenção de impostos para o setor e um longo período de reserva de mercado após a Guerra da Coreia (1950-53), que permitiu ao cinema sul-coreano se fortalecer, ser o mais consumido no próprio país e por fim se tornar um produto de exportação.

De acordo com o Banco Mundial, os investimentos no setor da economia da cultura na Coreia do Sul – que contempla o setor audiovisual – foram de 26,7 bilhões de dólares em 2014, contra 3,1 bilhões de dólares investidos pelo Brasil no mesmo ano. Em 2018, o Brasil investiu 2,6% do PIB em economia criativa, segundo a Secretaria da Cultura. “Os benefícios do investimento em economia da cultura são amplos. Entre os diretos, temos um mercado de trabalho mais aquecido, visibilidade para a cadeia de negócios culturais e conteúdos que apresentam o país para o mundo. Entre os indiretos, estão a abertura de novos mercados econômicos e a geração de curiosidade, tangível no turismo a locações de filmes famosos”, diz Gisele Jordão.

Além dos benefícios econômicos, o mercado audiovisual representa um importante instrumento de política internacional. “O cinema é a ferramenta mais poderosa de diplomacia cultural. Os países da Ásia estão seguindo a mesma estratégia de sucesso dos Estados Unidos com a Hollywood do século 20”, afirma Fausto Godoy , professor de Relações Internacionais da ESPM SP. Em sua carreira como diplomata, Godoy serviu ao Ministério das Relações Exteriores em 11 países da Ásia. “Apesar de ainda termos um caminho a percorrer no cinema, nossas telenovelas têm enorme sucesso na Ásia. Devemos pensar em mais estratégias para replicar esse sucesso no setor audiovisual como um todo”, diz ele.

Sobre a ESPM

A ESPM é uma escola de negócios inovadora, referência brasileira no ensino superior nas áreas de Comunicação, Marketing, Consumo, Administração, Diplomacia Corporativa e Economia Criativa. Seus 15 000 alunos dos cursos de graduação e de pós-graduação e mais de 1 200 funcionários estão distribuídos em oito campi – quatro em São Paulo, dois no Rio de Janeiro, um em Porto Alegre e um em Florianópolis. O lifelong learning, aprendizagem ao longo da vida profissional, o ensino de excelência e o foco no mercado são as bases da ESPM. Para isso, a instituição investe constantemente em novas metodologias de aprendizagem, tecnologias e infraestrutura.

 

Fonte: FALA! UNIVERSIDADES

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