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Educação | 01 de julho de 2020
Educação pós-pandemia: como se adaptar às mudanças no ensino
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Educação pós-pandemia: como se adaptar às mudanças no ensino

Regras de distanciamento social e demais protocolos de prevenção à Covid-19 trazem novos desafios para as instituições de ensino

A pandemia da Covid-19 impõe uma transformação cultural em todos os setores da sociedade, onde é preciso se reinventar para dar continuidade às atividades com segurança. Tais mudanças não se limitam somente ao período de crise observado em 2020, mas sim indicam caminhos para o que vem sendo chamado de “novo normal”. Se há anos o segmento de Educação já registrava um significativo crescimento do Ensino a Distância (EAD), naturalmente esse novo  momento faz do modelo – até então tendência – uma realidade.

No entanto, nem todos os cursos conseguem manter a qualidade no formato a distância, além dos diversos perfis de estudantes que precisam dos encontros presenciais para a melhor aprendizagem. Por isso, especialistas em Educação vêm debatendo quais as tendências do segmento para o pós-Covid, em que já destacam-se algumas possibilidades.

No âmbito escolar, a maior participação dos pais sempre foi incentivada pelas escolas. Atualmente, instituições de ensino e famílias são aliadas para tornar possível a aprendizagem de jovens e crianças. Enquanto o professor é um intermediador do conhecimento e das boas fontes bibliográficas, cabe aos pais cobrar a disciplina e criar um ambiente favorável ao ensino em casa. Mesmo com a futura volta das aulas presenciais, o crescimento dessa relação – agora ainda mais naturalizada nas culturas familiar e escolar – pode ser explorado positivamente pelas escolas.

Para recuperar as aulas perdidas e otimizar a disseminação do conhecimento, todas as instituições de ensino precisam elaborar um cronograma de reposição das matérias. Nesse sentido, a Internet seguirá sendo uma parceira importante, especialmente para as atividades complementares – o que traz a necessidade de reorganizar os laboratórios de informática, respeitando as normas de saúde e distanciamento social, para oferecer acesso online aos estudantes que não possuem Internet em casa.

O Ensino a Distância, que já se mostrava como tendência do segmento há alguns anos, foi impulsionado como a principal alternativa para dar continuidade aos estudos em meio à quarentena. Segundo a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), até 2023 os matriculados na modalidade a distância serão maioria nas universidades – e, desde 2018, o Censo da Educação Superior registra mais vagas ofertadas EAD do que presencial. Ao passo que existe uma aceleração dessa oferta, as instituições de ensino precisam investir em plataformas adequadas para os cursos, bem como ampliar a presença nas mídias sociais – onde pode estabelecer um canal aberto com os alunos.

A pandemia do novo coronavírus também deixa marcas importantes na economia do país. Com a queda no poder de investimento da população, as instituições de ensino devem buscar meios de promover o acesso de novos estudantes. Uma alternativa são os créditos educativos – como os disponibilizados pela Fundacred -, com os quais o aluno dilui as mensalidades em mais tempo e pode quitar o curso somente após a data de formatura.

Em um período de transformação cultural, a Educação precisa acompanhar as novas tendências para garantir o acesso nas escolas e universidades. Se adaptar às mudanças no ensino é fundamental para seguir formando mais profissionais qualificados e ampliar o conhecimento científico no país.

Fonte: Caio Spillere / Assessoria Martha Becker

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