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Educação | 02 de setembro de 2020
Europeus retornam às aulas após seis meses
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Europeus retornam às aulas após seis meses

Depois de seis meses de estudos interrompidos, milhões de alunos na França, Bélgica e Grã-Bretanha voltaram nesta terça-feira às escolas, adaptadas para evitar a propagação de Covid-19. As crianças não encontraram os centros de ensino de “antes”, devido às medidas sanitárias excepcionais que envolvem a retomada das aulas presenciais. Entre as regras estão o número reduzido de alunos por turma, como na Grécia e na Bósnia, e tempo de aula menor. As autoridades querem evitar a qualquer custo que as escolas se transformem em focos de propagação do coronavírus.Na França, 12,4 milhões de alunos retornaram ontem às aulas e devem respeitar as determinações das autoridades de saúde como a máscara obrigatória para professores e estudantes a partir de 11 anos, inclusive do lado de fora dos colégios. O ministro francês da Educação, Jean-Michel Blanquer, considera que o novo protocolo sanitário é “simples e claro”, mas alguns professores lamentam o que consideram “pontos de interrogação” como a organização nos refeitórios ou nas áreas de recreio. Em alguns países, os intervalos serão organizados por turnos para evitar aglomeração. Este é o caso da Grécia, onde o retorno às aulas previsto para 7 de setembro ainda pode ser atrasado em uma semana.

No Reino Unido, os pais de alunos receberam a recomendação para não permanecer por muito tempo nos estabelecimentos. A Bélgica confirmou o retorno das aulas para 1° de setembro depois que a primeira-ministra Sophie Wilmès afirmou que é “fundamental que as crianças possam retomar uma vida escolar normal ou tão normal quanto possível”. Uma opinião compartilhada pelo governo britânico, que considera os benefícios do retorno às aulas (esta semana na Inglaterra e em Gales) mais importantes que os potenciais riscos.

Fonte: Correio do Povo

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