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Educação | 15 de outubro de 2020
A função da graduação em áreas pouco valorizadas
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A função da graduação em áreas pouco valorizadas

Instituições de ensino possibilitam uma base pertinente para se destacar em carreiras superlotadas ou em baixa no mercado de trabalho

A escolha do curso de graduação parte de diferentes percepções de cada pessoa, envolvendo desde questões pessoais e de autoconhecimento até observações do mercado de trabalho e da sociedade. No entanto, diversas áreas de interesse de uma grande parcela populacional demonstram baixa valorização de seus profissionais atualmente. Essa equação que contrapõe vocação e gostos pessoais com os objetivos profissionais é uma decisão dos estudantes, mas que pode ser apoiada por iniciativas e conhecimentos das instituições de ensino.

Com o passar dos anos e a permanente transformação sociocultural, profissões antes valorizadas começam a enfrentar dificuldades no mercado (caso do Jornalismo); outras são impulsionadas por novas gerações e produções culturais, mas também apresentam poucas vagas qualificadas (como a Gastronomia). Há ainda mais exemplos marcantes – e historicamente de baixo retorno financeiro – no país, como as Artes, a Antropologia e o Design. De maneira geral, profissões cuja legislação brasileira inclusive permite exercer a atividade sem a obrigatoriedade do diploma de ensino superior.

Ainda assim, para milhares de pessoas as duras perspectivas de valorização no mercado não são o mais importante na escolha da graduação. Afinal, grande parcela da sociedade tem um perfil voltado para essas áreas, e não vai conseguir se encaixar e cumprir seus objetivos de vida nas faculdades em alta, como os cursos direcionados para as áreas digital, tecnológica e de engenharia. Nestes casos, é essencial a busca pelo diploma de ensino superior como forma de se destacar no segmento.

Mesmo em profissões que não exigem o diploma ou em carreiras superlotadas de trabalhadores, é o conhecimento científico que vai dar uma base sólida para qualquer pessoa crescer pessoal e profissionalmente no mercado. Na prática, são os jornalistas formados que ocupam as redações e departamentos de comunicação; e os chefs e sous chefs de restaurantes são gastrólogos; entre outros exemplos.

Nesta perspectiva – da capacitação como impulsionadora inclusive nos segmentos em baixa – está o valor central das universidades. Ao fomentar cursos completos, envolvendo um qualificado corpo docente, a fundamentação teórica e a aproximação com as atividades do mercado de trabalho, as instituições de ensino formam os profissionais que vão guiar as áreas. Mais do que isso, especialmente quando abordamos carreiras com muitos graduados e poucas vagas, são as pós-graduações, mestrados e doutorados que farão a diferença nas oportunidades mais cobiçadas.

Aos estudantes que sonham em seguir suas vocações e enfrentar segmentos pouco valorizados, também é importante destacar a necessidade de paciência para uma evolução gradual na área. Manter-se em constante capacitação acadêmica, somando o máximo de vivências profissionais, é um possível caminho para uma carreira se materializar em reconhecimento externo e plena satisfação pessoal.

Fonte: Caio Spillere / Martha Becker Connections

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