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Educação | 19 de outubro de 2020
Crescem evasão e inadimplência no Ensino Superior
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Crescem evasão e inadimplência no Ensino Superior

Com a pandemia, a inadimplência e evasão no Ensino Superior privado dispararam no país. No primeiro semestre, os atrasos de pagamento das mensalidades aumentaram 29,4% e o volume de desistências foi 14,7% maior, quando comparado ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento feito pelo Semesp, sindicato do ensino superior, que reúne 53 grupos educacionais.

Nos cursos presenciais, a inadimplência aumentou 33% e nos cursos on-line, 5,9%. O volume de cancelamentos e matrículas trancadas foi 17,3% maior na graduação presencial e 13,1% no on-line. A pesquisa do sindicato mostrou ainda que 15% dos alunos matriculados em cursos on-line desistiram. No presencial, esse percentual foi de 9,9%.

A pesquisa mostra ainda que neste segundo semestre, o volume de novas matrículas caiu 19,8%, sendo uma redução de 38,2% para cursos presenciais e de 13,2% para on-line. As faculdades de pequeno e médio portes (até 7 mil alunos) foram as mais afetadas pela crise com uma redução de 35,4% em matrículas de calouros.

“O ingresso de novos alunos no segundo semestre, que representa aproximadamente 30% dos ingressantes no ano, também foi frustrante e ficou muito abaixo dos últimos anos, agravando ainda mais a situação”, informa o sindicato das faculdades.

Já as rematrículas tiveram um o impacto menor. Na virada do semestre, 89,7% dos alunos renovaram suas matrículas, o que representa uma queda de 2,6% quando comparado ao mesmo processo seletivo do ano passado. Não houve diferença significativa entre o porte das instituições de ensino.

“Havia um temor que o número de trancamentos se acentuasse com o fim do primeiro semestre, mas o resultado foi melhor do que se esperava, mesmo ficando um pouco abaixo em relação ao mesmo período de 2019”, segundo o Semesp.

Ainda de acordo com o sindicato das instituições de ensino superior, há uma preocupação em torno das matrículas de novos alunos no começo do próximo ano, quando cerca de 70% dos calouros ingressam na faculdade. A expectativa do setor é que um início de retomada econômica, um possível retorno das aulas presenciais e o represamento de calouros que não se matricularam neste ano possam trazer algum impacto positivo em 2021.

“Enquanto isso, o Semesp vem trabalhando em propostas de políticas públicas que possam auxiliar os alunos. Estamos desenvolvendo propostas como um novo modelo de financiamento estudantil, a criação de voucher emergencial para alunos impactados pela pandemia, ampliação das bolsas do ProUni por meio de outras renúncias tributárias”, informou o sindicato.

Fonte: Valor Econômico

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