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Educação | 19 de novembro de 2020
A indústria criativa na era da produção de conteúdo
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A indústria criativa na era da produção de conteúdo

Graduações ligadas ao universo criativo mostram-se essenciais para a produção cultural e comercial no meio digital

As profissões contempladas pelo universo criativo seguem impulsionadas com a popularidade consolidada das redes sociais no Brasil. Produtores de conteúdo, seja visando o entretenimento ou uma divulgação comercial, têm na Internet a possibilidade de um canal direto para dialogar com seu público-alvo – e para uma comunicação assertiva neste meio é indispensável o trabalho de áreas como moda, design, artes cênicas, música, dança, fotografia, produção audiovisual, entre outras.

No entanto, enquanto os estudantes com vocação para números escolhem com segurança carreiras nas ciências exatas, diversas pessoas com talento artístico ficam receosas em mirar a indústria criativa como objetivo profissional. O histórico de desvalorização da área se tornou até mesmo meme, com “viver da minha arte” sendo metáfora de uma vida alternativa, com pouco dinheiro e fora dos padrões corporativo e urbano.

Mas, ao mesmo passo que é verdadeira a realidade de informalidade que ainda permeia boa parte da indústria criativa, também é seguro afirmar que há cada vez mais portas estão se abrindo na área. Em um contexto que registra uma infinidade de conteúdos disponíveis na rede, são os mais bem estruturados, produzidos e editados que irão chamar a atenção das pessoas. A necessidade de mão de obra criativa é certa, mas os profissionais da área ainda precisam “educar” o mercado como um todo em prol da valorização do segmento, para que os demais entendam o que é o trabalho e como ele é executado (no geral, dependendo de equipamentos caros e de alta complexidade operacional).

Para além da produção de conteúdo cultural e comercial na Internet, a indústria criativa cresce em outras esferas da sociedade. O Brasil é o quinto país em que mais se gasta tempo com games, por exemplo – e o desenvolvimento desses jogos depende essencialmente dos artistas para desenvolver os gráficos visuais que tanto impressionam os consumidores. Além disso, a abordagem do “Design Thinking”, que busca soluções inovadoras para os problemas a partir da percepção criativa, é parte da área de conhecimento do design e vem sendo aplicada em todos os segmentos, como forma de compreender melhor o público e aprimorar um produto ou serviço.

Ainda que existam lógicas de desvalorização a serem rompidas neste mercado, a indústria criativa talvez nunca tenha estado em tamanha evidência na sociedade. Por trás dos games, do canal de YouTube, da influencer de Instagram, da ação de relacionamento de uma marca no Facebook, entre diversas outros contextos comuns no dia a dia das pessoas, estão os profissionais formados e especializados em graduações das ciências humanas. Ao impactar e ser diretamente responsável pela formação da cultura digital, a indústria criativa pode e deve se posicionar cada vez melhor no mercado.

Por: Caio Spillere / Martha Becker Connections

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