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| 07 de janeiro de 2021
Desafios da retomada: os dilemas das instituições de ensino para 2021
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Ano letivo que se aproxima busca recuperar a aprendizagem e conter uma eventual evasão acadêmica consequente da crise econômica.

A educação é uma das áreas mais impactadas pela pandemia da Covid-19 ao redor do mundo, ganhando traços ainda mais complexos em um contexto social marcado pela desigualdade como é o do Brasil. O 2020 deixou inúmeros desafios para serem solucionados em 2021, uma vez que o combate ao novo coronavírus parece longe do fim e retomar a aprendizagem dos estudantes é cada vez mais urgente. No entanto, já nos primeiros meses do ano será necessário um olhar especial para conter a chamada evasão acadêmica, consequente da crise econômica que impacta as famílias brasileiras – neste sentido, dispositivos como o crédito educacional podem desempenhar um papel essencial de inclusão nas escolas e universidades.

Resolver esta equação em 2021 envolve compreender e superar a defasagem de conhecimento atual, viabilizar condições sanitárias adequadas nas instituições de ensino e buscar meios para a instabilidade financeira do país não retirar alunos das salas de aula. Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado em setembro de 2020, por exemplo, mostrou que cerca de 6 milhões de estudantes – desde a pré-escola até a pós-graduação – não têm acesso à banda larga ou 3G/4G em casa e, portanto, não foram contemplados pelo Ensino a Distancia (EAD). Especialmente para esta parcela populacional, estar matriculado em uma escola ou universidade é sinônimo de ter acesso à Internet e aos conteúdos organizados pelo
corpo docente.

Outro aspecto relevante a se considerar é a perda de renda média das famílias no ano passado. Conforme relatório do Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (Pnud), divulgado no último mês de dezembro pela ONU, o Brasil perdeu cinco posições no ranking mundial do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), passando a ocupar a 84º posição entre 189 países – e essa análise se baseou nos dados de 2019, ainda não refletindo o duro impacto da pandemia. Em 2020, de acordo com pesquisa do Datafolha publicada pela Folha de S. Paulo, o auxílio emergencial dado pelo governo federal foi a única renda de 36% dos entrevistados, e mais de 40% afirmaram ter tido perda de renda familiar na pandemia.

Se os dados econômicos do país dão indícios de mais um ano de diversas dificuldades para a educação, por outro lado é também por meio do ensino que os estudantes irão obter qualificação para ingressar no mercado de trabalho e superar a crise. Ainda que bastante conturbado, o 2020 foi de muito aprendizado por parte dos professores e das diretorias, compreendendo na prática as possibilidades do EAD em cada instituição de ensino – a partir do contexto sociocultural de sua população acadêmica. Para o ano letivo que se aproxima, é necessário refletir sobre essas vivências proporcionadas ao longo da pandemia e como elas podem impulsionar a aprendizagem de 2021.

Fonte: Assessoria Martha Becker

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