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| 08 de fevereiro de 2021
Fornecedores de soluções para EAD crescem na crise
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Fornecedores de soluções para EAD crescem na crise

Startups com soluções de ensino a distância (EAD) para o ensino superior e escolas de negócios ganharam terreno na crise sanitária. Com o distanciamento social, aumentou o interesse das instituições em manter programas ou criar novas alternativas de aprendizagem. As edtechs, como são chamados os negócios inovadores do ramo da educação, também receberam um impulso do mercado investidor.

De acordo com o estudo Edtech Report 2020, da empresa de inovação Distrito, o Brasil conta com 559 startups de educação que levantaram US$ 175,5 milhões em aportes desde 2010, em 133 rodadas de investimentos.

É o caso da mineira Sambatech, criada em 2004, que foi alvo de duas injeções de capital, em 2009 e 2016, no total de US$ 13 milhões. A companhia oferece a estrutura necessária para criar uma escola on-line, com streaming das aulas e módulos de gestão para as instituições. Tem clientes como a Damásio Educacional e a Fundação Dom Cabral.

O crescimento nas vendas em 2020 foi de 120% em relação ao ano anterior, afirma Gustavo Caetano, fundador e CEO da Sambatech. “Houve procura por soluções que garantissem a transmissão de conteúdo on-line”, diz. Este ano, a estimativa é aumentar em 29% as entregas no ramo de educação executiva.

Na Edulabzz, dona de uma plataforma educacional conhecida como Toolzz e que pode ser customizada pelos centros de ensino, o número de contratos no nicho corporativo passou de 26 ou 23% da base de clientes, em janeiro de 2019, para 50 (28%) em janeiro de 2020. Alcançou 292 acordos em janeiro de 2021 ou 40% do total de 735 contratos. Além do segmento de educação corporativa, atua com grupos educacionais (4 clientes), sistemas de ensino (5), universidades (84) e escolas (350).

O número de alunos cobertos em todas as categorias saltou de 25 mil, em janeiro de 2019, para 190 mil, um avanço de 660%, de acordo com números da empresa. A meta até dezembro é atingir 600 companhias de ensino corporativo, chegando a mais de 50% do cadastro de usuários.

Com a solução, é possível criar uma plataforma própria de EAD, com a identidade visual da escola ou empresa, explica o CEO e fundador Lucas Moraes. Desenvolver um sistema on-line do zero leva tempo e muitas instituições não possuem equipes técnicas para conduzir a operação, diz o empreendedor que, nos últimos 12 meses, firmou parcerias com marcas de ensino e companhias de tecnologia para revender a solução.

Moraes, que conquistou clientes como o grupo Ser Educacional e a CPFL Energia, afirma que um dos fatores que ajudou a dinamizar as vendas foi a criação de campanhas de teste, em que o sistema pode ser usado gratuitamente por sete dias. Outro atrativo foi a facilidade de interação. Os alunos podem assistir conteúdos como se fosse um Netflix da escola e ouvir podcasts educacionais com uma conexão parecida com o Spotify, garante.

A plataforma da Edulabzz funciona 100% na nuvem e não exige servidor próprio. Desde o início da pandemia, adicionou novas funções, como transmissões ao vivo, ambientes virtuais para grupos de estudo e sistemas de criação de provas. O próximo passo é implementar recursos de inteligência artificial para recomendar os conteúdos aos estudantes.

Os planos de pagamento começam a partir de R$ 675 mensais, mas pode ter descontos conforme o crescimento do número de alunos cadastrados – quanto mais inscritos, menor o valor pago por usuário. “É possível cancelar quando quiser, sem multa.” Em 2019, a startup recebeu um aporte de R$ 5,3 milhões de um fundo privado do empresário Janguiê Diniz, fundador do Ser Educacional.

Na Workalove Edtech, com sede em Belo Horizonte (MG), a intenção é conectar instituições de ensino, estudantes e empresas. “Funcionamos como uma mentoria de carreira, ajudando desde a escolha da área de atuação profissional e as oportunidades aderentes ao perfil do estudante, até a conquista de um trabalho”, explica a fundadora e CEO Fernanda Verdolin. Em 2020, a companhia faturou cerca de R$ 1,5 milhão, um aumento de 250% ante o ano anterior.

Em atividade desde 2017, a startup iniciou as operações com sete clientes que compraram protótipos das soluções no final de 2018. Em 2019, acumulou 26 novos contratos com um sistema de captação de alunos e orientação de carreiras e, em 2020, alcançou 46 instituições de ensino e 170 mil usuários. Os grupos de ensino Ânima Educação e Cruzeiro do Sul Educacional estão entre os clientes. Este ano, o plano de Fernanda é recorrer a investidores externos e captar de R$ 1,5 milhão a R$ 3,6 milhões. “Em 2021, vamos expandir na América Latina.”

FONTE: Valor Econômico

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