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Sem categoria | 18 de fevereiro de 2021
Educação como saída para a crise econômica
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Educação como saída para a crise econômica

Ainda que avance a campanha de vacinação ao redor do Brasil, trazendo uma luz no fim do túnel para a pandemia da Covid-19, há pela frente um significativo legado de crise financeira para o país superar. O fim do ano de 2020 veio acompanhado de perda da renda familiar per capta, aumento da parcela de brasileiros vivendo em pobreza extrema (mais de 20 milhões de pessoas) e alta de 12,7% nos pedidos de falências de empresas, por exemplo. Já a área da educação, que atualmente passa por uma de suas maiores transformações e desafios justamente por conta do distanciamento social, pode ser aliada nesta retomada econômica brasileira.

A aposta em capacitação pessoal deve ser vista mais como investimento do que como gasto – especialmente na América do Sul, onde há grande diferença salarial entre os profissionais. Conforme levantamentos de Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eurostat e Bureau of Labour Statistics, a diferença de renda mensal entre quem possui ensino superior completo e apenas o ensino médio na Itália é de 7%, na França de 24%, no Reino Unido de 39% e nos Estados Unidos de 80%, enquanto no Brasil pode chegar a representar 196%. De acordo com o Instituto Semesp, em informações levantadas para o Mapa do Ensino Superior 2020, em 2018 um profissional brasileiro graduado na universidade recebeu uma remuneração média quase três vezes o valor médio de um empregado com apenas o ensino médio.

No entanto, ainda que o investimento em graduação seja assertivo para profissionais que visam à valorização no mercado de trabalho, as famílias enfrentam o desafio de equilibrar as finanças da casa com as mensalidades das escolas e universidades. Para além da viabilização do Ensino a Distância (EAD) e dos protocolos sanitários adequados para a realização de aulas presenciais, as instituições de ensino precisam avaliar formas de garantir o ingresso de novos estudantes, bem como a permanência de seu atual universo de alunos, evitando a evasão acadêmica. Neste sentido, soluções como bolsas e créditos educativos se apresentam como aliadas também das instituições, que asseguram o fluxo de caixa e um crescimento sustentável.

De acordo com um levantamento da Consultoria Atmã Educar, metade dos jovens brasileiros (cerca de 14 milhões de pessoas entre 18 e 24 anos) pode pagar até R$300,00 de mensalidade, enquanto apenas 22% deles (2,9 milhões de pessoas) conseguem arcar com os boletos das instituições de ensino acima de R$1.000,00. Este índice evidencia a importância de ferramentas de crédito educacional como o CredIES, ofertado pela Fundacred, em que o aluno dilui as mensalidades em mais tempo e quita a graduação após a data prevista de formatura. Em um momento sensível de diversos impactos da pandemia da Covid-19, aumenta ainda mais a preocupação das universidades com a saúde financeira de seus estudantes.

Como percebido nas estatísticas da média salarial dos profissionais no Brasil vistas anteriormente, a conclusão do ensino superior tem um impacto direto no mercado de trabalho. Mais do que isso, esta qualificação da mão de obra pode ser uma das saídas para a recuperação da economia nacional. Oportunidades geram mais oportunidades. Cada profissional eficiente e nutrido de conhecimento impacta positivamente seu entorno, trazendo estabilidade para as empresas e gerando novos desafios para crescer. A promoção do acesso à educação tem o poder de potencializar todos os setores da sociedade.

FONTE: Assessoria Martha Becker

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