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Educação | 01 de abril de 2021
Protagonismo das Instituições de Ensino no combate à Covid-19
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Protagonismo das Instituições de Ensino no combate à Covid-19

A pandemia da Covid-19 impactou a economia global e mudou a rotina da população ao redor do mundo. Neste cenário em que protocolos sanitários se fazem necessários em todos os ambientes, o Brasil entrou 2021 em um verdadeiro colapso na área da saúde. E neste momento sensível da sociedade, as instituições de ensino (IEs) ganham protagonismo no fomento das pesquisas científicas que ajudam as autoridades na compreensão sobre o comportamento do vírus, bem como a desenvolver vacinas para erradicar (ou, no mínimo, diminuir significativamente) a pandemia.

O orçamento nacional destinado ao Ministério da Ciência e Tecnologia teve um aumento de 6,2% em 2020. No entanto, em comparação ao ano de 2019, os recursos destinados ao Capes tiveram uma redução de 30% e a taxa de fomento a pesquisas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), responsável pela compra de insumos e equipamentos, teve uma redução de quase 80%. A diminuição dos investimentos na área impactou os estudantes brasileiros, que hoje contam com quase 18 mil bolsas de estudos a menos.

De acordo com os registros da base de dados Dimensions, foram realizadas 168.546 publicações científicas sobre a Covid-19 ao redor do globo em 2020. Apesar dos índices indicarem redução no investimento na ciência recentemente, o Brasil foi o 11º país que mais investigou o vírus no ano passado, sendo responsável por 4.029 estudos – representando 2,39% de todos os levantamentos feitos no mundo sobre o novo coronavírus, a frente de países como Holanda, Suiça e Japão. As áreas com mais artigos nacionais publicados foram: Ciências Médicas e da Saúde (2.204); Ciências Biológicas (207); e Sociologia (183).

Estes estudos incentivados no ambiente acadêmico têm papel fundamental na busca por soluções para superar a pandemia. Neste primeiro trimestre de 2021, por exemplo, pesquisas de universidades públicas brasileiras estão sendo utilizadas para desenvolver pelo menos três vacinas. As análises passam por testes laboratoriais, com orientação científica da Anvisa, o principal órgão de vigilância sanitária do país. Se comprovada a eficácia, o estudo avança para os testes clínicos, onde são realizados testes já com humanos, posteriormente sendo solicitado o registro sanitário para distribuição da vacina para a população.

O atual momento também contribui para que os estudantes enxerguem nos cursos da saúde uma oportunidade de colocação no mercado, reforçando o número de profissionais capacitados no país para superar o colapso na área. Segundo levantamento realizado pela Educa Insights, 36,1% dos entrevistados demonstraram interesse em cursos como Enfermagem, Psicologia, Educação Física, Biomedicina e Nutrição, áreas que também estão na linha de frente do combate à Covid-19 ao lado dos médicos.

As marcas deixadas pela Covid-19 e seu impacto geral nas pesquisas e na educação do país ainda vêm sendo mensuradas. Neste cenário de mudanças significativas, é destaque a importância do conhecimento científico para a sociedade seguir evoluindo nos mais diversos setores. Desde a compreensão da gravidade do vírus, aos principais protocolos sanitários até o desenvolvimento da vacina que pode significar o fim da pandemia, as instituições de ensino e a ciência sempre apontam caminhos para um futuro mais próspero.

FONTE: Assessoria Martha Becker

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