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Educação | 26 de julho de 2021
Financiamento como estratégia para evitar a evasão acadêmica
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Financiamento como estratégia para evitar a evasão acadêmica

A evasão acadêmica é um dos fenômenos que mais preocupam as Instituições de Ensino (IEs) atualmente no Brasil, visto que o país ainda atravessa uma grave crise econômica e diversas dificuldades sociais por conta da pandemia. Neste cenário marcado pela diminuição da renda média da população, as escolas e universidades buscam soluções para que seus alunos possam dar continuidade às graduações, bem como para captar novos estudantes e manter uma expansão de matrículas sustentável.

É uma grande perda para o setor educacional e a sociedade como um todo sempre que um jovem desiste de sua graduação por conta de problemas financeiros. Enquanto para a escola ou universidade significa um impacto no caixa e a interrupção de um trabalho de aprendizagem que vinha sendo desenvolvido, ao estudante representa um atraso em seu progresso profissional e, consequentemente, menos pessoas qualificadas agregando seus conhecimentos ao mercado de trabalho.

De acordo com o Mapa do Ensino Superior no Brasil, divulgado em junho de 2021 pelo Instituto Semesp, o número de matrículas realizadas na modalidade presencial sofreu uma queda de 8,9%. Por outro lado, as inscrições de cursos à distância tiveram um aumento de 9,8%. Ainda assim, os índices preocupam a partir do momento em que o país tem hoje 71,5% de seus estudantes em graduações presenciais.

Mesmo este crescimento da Educação à Distância (EAD) não é capaz de elevar a taxa de escolarização no país, pois, segundo o Semesp, a modalidade atrai, em maioria, adultos acima de 24 anos. O levantamento ainda revela que a taxa de escolaridade líquida segue consideravelmente abaixo da meta do Plano Nacional de Educação, que estipula alcançar a fatia de 33% dos jovens de 18 a 24 anos matriculados no ensino superior até 2024. Hoje, este número é de 18,1% desta população.

Portanto, a taxa de evasão de alunos acompanha este contexto socioeconômico sensível que o país enfrenta atualmente, fazendo com que o financiamento estudantil seja essencial para a continuidade das graduações. Exemplos do impacto positivo que geram as soluções de crédito ou bolsa podem ser percebidos há anos no país. Em 2019, 26,2% dos estudantes que desistiram da graduação não contavam com apoio de Fies ou Prouni – no mesmo período, entre os alunos do Fies a evasão foi de 6,4% e do Prouni de 8,8%.

Seguindo esta lógica, um levantamento da Consultoria Atmã Educar mostrou que 50% dos brasileiros entre 18 e 24 anos podem pagar até R$ 300 de mensalidade. Por outro lado, somente 22% dessa população conseguem assumir despesas mensais acima de R$ 1.000 para os estudos. Ou seja, mais do que nunca as IEs precisam expandir suas ofertas de créditos educativos para ajustar as formas de pagamento à realidade dos jovens no país. Com o crédito, o estudante dilui as mensalidades da graduação em mais tempo, quitando o curso somente após a data prevista de formatura.

Enquanto a pandemia da Covid-19 perdura e, acompanhando ela, os mais diversos impactos econômicos e sociais são agravados, as Instituições de Ensino buscam soluções e práticas de gestão que assegurem a continuidade sustentável dos trabalhos. As principais alternativas no que tange a financiamento são duas: bolsas de estudos, que são bancadas pela própria escola ou universidade; e o crédito educacional, que pode ser fornecido por fundações e parceiros externos, como é o caso da própria Fundacred.

O sonho de se graduar permanece em uma parcela gigante da população nacional. Mas, para tornar esse desejo em realidade, é essencial ajustar as condições de pagamento para dentro das possibilidades dos jovens. Hoje, diversos programas consolidados de crédito educacional estão disponíveis em todo o território nacional para que os gestores das IEs possam avaliar e, desse modo, avançar no combate à evasão acadêmica. 

FONTE: Assessoria Martha Becker

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