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Educação | 27 de agosto de 2021
Crescimento das Edtechs: o futuro do ensino no Brasil
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Crescimento das Edtechs: o futuro do ensino no Brasil

Ano após ano, a tecnologia traz mais praticidade e novos costumes para todos os segmentos da sociedade – em uma aceleração digital acentuada a partir da pandemia e de seus protocolos de distanciamento social. Neste contexto, o setor educacional registra uma mudança de cultura significativa ao redor do país. Investimentos a curto, médio e longo prazo fazem com que as edtechs sejam cada vez mais especializadas e modernas, se integrando na rotina das Instituições de Ensino de forma a captar novos estudantes e otimizar a Educação à Distância (EAD).

As edtechs desenvolvem soluções tecnológicas para serviços relacionados à educação. Entre os exemplos estão cursos online, plataformas de ensino, opções de gamificação para sala de aula, sistemas de gestão do aprendizado, entre outros. São empresas que criam alternativas para tornar o dia a dia das escolas e faculdades mais eficiente, bem como o ensino e o aprendizado da turma. Desse modo, fazem com que estudantes e professores tenham os melhores recursos para, respectivamente, aprenderem e ensinarem.

Crescimento das edtechs vem desde antes da pandemia

A projeção de crescimento nas áreas de e-learning e edtechs já era realidade mesmo antes deste período em que a sociedade teve de se adaptar ao distanciamento social. A transmissão online do conhecimento vinha ganhando parte do espaço tradicionalmente ocupado apenas por cursos presenciais. Um mapeamento feito pelo Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB) revelou que, entre 2019 e 2020, o número de negócios desse tipo cresceu 26%.

Além disso, o estudo mostrou que 75% das startups e plataformas educacionais envolvidas na pesquisa tiveram faturamento igual ou superior em relação ao ano anterior. Toda essa reformulação do ensino resultou num maior investimento para o setor. Em 2019, ainda pré-pandemia da Covid-19, foram injetados mais de 16 bilhões de dólares no mercado global de edtechs, de acordo com dados da HolonIQ, plataforma norte-americana de inteligência global para a educação.  O valor é duas vezes maior ao valor aportado em 2018 e 32 vezes superior ao registrado em 2010.

Acompanhando o maior orçamento destinado a startups educacionais, o cenário indica as salas de aula cada vez mais integradas às soluções tecnológicas. Existe uma gama infinita de inovações digitais que ainda podem ser criadas e aprimoradas – incluindo, por exemplo, iniciativas de inteligência artificial (IA), realidade virtual (VR), realidade aumentada (RA) e internet das coisas (IoT).

O impacto das edtechs na educação

Visto que cada vez mais plataformas estão sendo desenvolvidas, os estudantes têm nas edtechs um ganho em aperfeiçoamento e personalização. Já os professores passam a contar com novas possibilidades de fomentar o aprendizado, com soluções para estimular a participação da turma e trazer novos estímulos aos alunos. Desse modo, conecta a sala de aula com a contemporaneidade e o dia a dia dos mais jovens, já adaptados a consumir conteúdos e informações em meios digitais.

A seguir, alguns dos principais fatores que as edtechs podem somar nas Instituições de Ensino:

  • Individualização do ensino: A tecnologia proporciona uma educação mais individualizada, o que também permite ao professor identificar problemas recorrentes de um aluno e estruturar soluções para seu desenvolvimento. A partir de plataformas digitais, é possível fazer um acompanhamento melhor e oferecer propostas pedagógicas adequadas para estudantes com dificuldades ou que precisem de uma metodologia mais específica para suas características pessoais.
  • Uso de Big Data: Conhecer o perfil do estudante é essencial para melhorar o ensino oferecido. Com isso, as plataformas podem aumentar a satisfação do aluno e estimular que ele continue aprendendo cada vez mais. Nesse sentido, o Big Data é uma tendência seguida por algumas plataformas de ensino. Ele permite reunir dados como idade, notas, frequência, renda e outras informações da comunidade acadêmica para que, a partir disso, os gestores e o corpo docente possam tomar as melhores decisões.

  • Aprendizagem imersiva: Um dos maiores desafios das IEs é fazer com que seus alunos tenham facilidade e praticidade para aprender. Para isso, a aprendizagem imersiva é um conceito valioso, pois permite explorar diversos estímulos – que vão além da escuta passiva da educação tradicional. A realidade virtual e os aplicativos fazem com que o aprendizado seja cada vez mais participativo e que os alunos vivenciem aquilo que estão estudando.

  • Plataformas de ensino: As plataformas digitais de ensino já existem há muito tempo, mas seguem sendo aperfeiçoadas para agilizar procedimentos burocráticos do dia a dia – como, por exemplo, matrículas, solicitações de documentos, acompanhamento escolar, entre outros. Além disso, podem criar um canal de comunicação mais próximo e direto entre professores e estudantes.

  • Gamificação: O uso de jogos pedagógicos é excelente para motivar e aumentar o interesse e engajamento da turma. Interações como essa estimulam criatividade, liderança, colaboração e boa comunicação. Existem diversas plataformas de jogos, sendo interessante inclusive estimular os próprios estudantes a encontrarem os games que eles mais se identificam.

O crescimento das edtechs é uma realidade ao redor do mundo, incluindo o cenário brasileiro. Portanto, a partir dos grandes investimentos no setor educacional, as startups devem gerar novas soluções e tecnologias para o meio. Para isso, as Instituições de Ensino também devem fornecer um suporte de conhecimento do perfil do aluno, além de capacitar os profissionais para aplicar em sala de aula essas inovações e gerar o melhor nível de aprendizado possível.

FONTE: Assessoria Martha Becker

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