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Educação | 06 de outubro de 2021
Instituto de pesquisa descobre o que os pais mais valorizam na escola dos filhos
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Instituto de pesquisa descobre o que os pais mais valorizam na escola dos filhos

Pesquisa realizada entre agosto e setembro de 2021, vai mapear a percepção dos pais com relação a escola dos filhos, em um contexto de crise sanitária por conta do coronavírus, levando em consideração a capacidade de adaptação e o acesso a recursos digitais para a superação das limitações impostas pela suspensão das aulas presenciais.

Escolas públicas e privadas de todo Brasil participaram gratuitamente. As inscrições estão encerradas e o ranking será divulgado para associados, no dia 15 de outubro, através do site do instituto.

A pesquisa apontou as melhores escolas para estudar pela avaliação dos pais, à nível regional e nacional.

O objetivo desse Diagnóstico Nacional da Educação é traçar um Raio X” do relacionamento entre pais e instituições de ensino público e privado no país.

O Ranking Escolas Exponenciais tem 3 vertentes

A primeira é o Ranking em si, cujo intuito é ajudar a reconhecer o trabalho árduo que as escolas têm feito ao longo deste último ano.

Como métrica foi utilizado o grau de satisfação dos pais em relação às instituições, medido através do NPS (Net Promoter Score), um índice que ajuda a medir o grau de fidelização de um cliente com as empresas.

Além do Ranking, a pesquisa com pais, professores e diretores, geram relatórios individuais para cada escola. É uma forma de oferecer informação de qualidade e relevância para tomadores de decisão.

Além disso, os dados compilados de todas as escolas participantes permitem a divulgação de estudos que ajudam a traçar o cenário vivido pelas instituições de educação básica, seus desafios e oportunidades.

“No dia 15 de outubro, divulgaremos para as escolas participantes, e que são associadas ao Escolas Exponenciais, os resultados nacionais da pesquisa, além de realizarmos a entrega dos relatórios individuais para as escolas participantes”, informa Fabrício de Paula da Silva, pesquisador do Escolas Exponenciais.

Highlights – Ranking Escolas Exponenciais Dados gerais:

– Total de escolas inscritas: +500, distribuídas em 25 estados (exceto Amapá e Pará) e 211 cidades diferentes

– Total de matrículas dessas escolas: + 210.000

– Número de escolas que serão certificadas: 100, distribuídas em 54 cidades e 13 estados

– A cidade de São Paulo é a que tem mais escolas certificadas: 28 no total.

– No estado de São Paulo, que teve 264 escolas inscritas, 64 escolas foram certificadas, estando distribuídas por 27 cidades.

Sobre a satisfação dos pais com a escola, o NPS de 2021 foi de 74 pontos, contra um NPS de 2020 de apenas 59 pontos. Esse resultado de 2021 mostra uma melhora significativa da satisfação com as escolas dos seus filhos. É inclusive um recorde. Desde 2017 é o melhor índice obtido pela pesquisa. Antes da pandemia, o NPS médio das escolas era de cerca de 64 pontos.

Sobre a fidelização, apenas 3% dos pais estão decididos a trocar os filhos de escola para 2022.

Outros 18% estão cogitando a troca, mas não se decidiram.

Com isso, temos que pelo menos 79% dos pais não cogitam trocar seus filhos de escola. Esse índice é 1% maior que em 2020.

Problemas financeiros que podem levar à troca de escola são apontados por cerca de 9% das famílias.

Dentre os 21% que cogitam trocar ou que estão decididos, 45% apontam a justificativa “problemas financeiros” como motivos para procurar outra escola.

Dentre os pais que passam por problemas financeiros, 41% irá buscar escolas mais baratas e 40% tem como principal solução negociar na própria escola. OBS: Esse mesmo resultado pode ser lido de outras duas formas.

– 1 em cada 10 famílias cogita trocar seus filhos de escola em 2022 em função de dificuldades financeiras.

– 9,5% dos pais entrevistados disseram que pensam em trocar seus filhos de escola para o próximo ano letivo e que o principal motivo é financeiro.

Apesar de 21% dos pais poderem mudar seus filhos de escola em 2022, o número de famílias que pretende optar pelo ensino público é muito pequeno. Menos de 1,7% dos pais que têm filhos matriculados na rede privada cogitam mudar seus filhos para o ensino público em 2022.

O percentual é bem próximo ao do ano passado, sendo que em 2020 esse índice ficou em 2,2%.

Além do motivo financeiro, os outros principais motivos apontados para trocar de escola são:

– Localização distante da sua casa ou trabalho

– Pouca abertura para relacionamento com aqueles que atuam diretamente com os seus filhos.

– Busca por performance nos vestibulares

– Tratamento impessoal ou falta de atenção com os seus filhos.

Os principais motivos apontados pelos pais para continuarem na escola:

– Cuidado e atenção pessoal com os seus filhos

– Qualidade na formação acadêmica dos alunos

– Qualificação da equipe pedagógica

– Localização próxima à casa ou trabalho dos pais

– Relacionamento próximo e participativo com pais e alunos OBS: cada pai podia escolher até 3 motivos

Perguntamos qual seria a postura dos pais se, em 2022, fosse permitido manter o modelo de ensino híbrido. 94% dos pais disseram que mesmo assim optariam por mandar seus filhos para escola e apenas 6% pretendem manter os filhos em casa.

Mesmo com os desafios da pandemia do ponto de vista financeiro e pedagógico, 28% das escolas ganharam alunos.

Por outro lado, 39% perdeu matrículas. Os demais 33% manteve-se no mesmo patamar.

Pode-se dizer que 61% das escolas ganhou ou pelo menos manteve sua quantidade de alunos entre 2020 e 2021.

O percentual de escolas que ganhou ou pelo menos manteve o número de alunos chega a 75% no caso do Ensino Fundamental – Anos Finais.

Enquanto 56% das escolas disseram ter perdido quantidades significativas de alunos por problemas financeiros dos pais, apenas 10% disseram ter perdido alunos por limitações pedagógicas causadas pela pandemia. Isso mostra que as escolas conseguiram contornar os desafios didáticos, mas sofreram bastante por problemas econômicos.

22% das escolas têm enfrentado problemas para manter salários em dia.

Para 40% das escolas, a inadimplência é um problema significativo.

O percentual médio de famílias inadimplentes nas escolas é de 10%. Em pesquisa anterior, de 2020, esse percentual era de 22%.

Caso seja mantida a possibilidade de ensino híbrido para 2022, diretores e mantenedores estão divididos em relação ao que essa opção significaria para a escola. 53% acreditam que seria uma oportunidade, enquanto que 47% consideram um desafio.

Dentre as escolas pesquisadas, a taxa média de ocupação das salas de aula é de 62% da capacidade máxima possível.

Empreendedor está revelando o retrato da educação no Brasil

Vahid Sherafat, CEO do Escolas Exponenciais e Coordenador da pesquisa para o ranking 2021, pode falar sobre a importância de uma pesquisa como essa num momento como esse, dado todas as transformações que o setor da educação tem passado. Uma pesquisa trazendo uma percepção das famílias sobre a qualidade do ensino e a satisfação delas em relação a educação de seus filhos, é uma informação essencial para entendermos o futuro da educação.

“Acredito que as percepções descobertas nessa pesquisa vêm num momento em que todas as atenções estão voltadas para a área da educação, tentando entender de que forma ela está atendendo a sociedade e de que forma ela tem que mudar para se adaptar as atuais necessidades. Nós estamos vivendo um momento único na história. Se espera da área da educação uma atenção à sua transformação de mesma magnitude.

O momento atual para a área da educação é histórico. Essa pesquisa nos dá informação atual e precisa para dar base a novas iniciativas, projetos e investimentos. Sem dúvida, a área da educação foi profundamente afetada nos últimos meses. Essa pesquisa é essencial para entendermos onde estamos e para onde devemos seguir a partir de agora”, afirma Vahid Sherafat.

A avaliação de escolas e da qualidade do ensino e a percepção das famílias sobre esse processo é essencial para a evolução das instituições de ensino básicas.

A importância de fazer essa pesquisa, de metrificar análises sobre a qualidade do trabalho das instituições de ensino, de se fazer isso já que algumas escolas têm essa visão de que “não se deve fazer”. Como evoluir algo que não esteja se fazendo um esforço de metrificar, avaliar que não tenha um indicador?

“Uma regra de ouro na gestão é que “o que não se mede não se gere”. Não há gestão sobre o que não é medido.

E uma das transformações pela qual a área da educação tem que passar é superar esse receio de medir coisas pelo desafio que é medi-las.

Se toda a área de gestão de pessoas não fizesse um esforço de medir o desempenho, a eficiência, a evolução da gestão de pessoas, não existisse um esforço puramente pela natureza subjetiva que é a gestão de pessoas, a gente não teria toda essa evolução na gestão que tivemos nos últimos anos.

O fato de ela ser subjetiva e com vários ângulos para um determinado assunto, não tira o valor. Ao nos esforçarmos para criar indicadores, acabamos evoluindo porque a gente abre o debate sobre os ângulos que a gente pode olhar. Quais são as falhas desses ângulos? Quais são as outras opções? E esse processo de criar cada vez mais indicadores melhores de desempenho em si é parte do processo de evolução de uma área”, finaliza Vahid Sherafat.

FONTE: SEGS

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