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Educação | 29 de outubro de 2021
Expansão do setor e aumento de vagas esbarra no baixo índice de profissionais capacitados no mercado de tecnologia
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Expansão do setor e aumento de vagas esbarra no baixo índice de profissionais capacitados no mercado de tecnologia

Ainda que o impacto socioeconômico da pandemia da Covid-19 seja grande, alguns setores permanecem em plena expansão no mercado global, incluindo o Brasil. É o caso da área da tecnologia, que hoje mais parece um oásis no contexto das demais oportunidades de emprego no país. Enquanto o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que cerca de 14 milhões de brasileiros estão desempregados, as empresas de tecnologia têm dificuldades reais para preencher suas vagas – e a principal razão está na falta de pessoas qualificadas para exercer a função.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a estimativa é que mais de 420 mil novos postos de trabalho sejam criados pelo setor até 2024. Apesar da alta demanda por trabalhadores qualificados na área, os cursos de ensino superior têm formado, anualmente, menos de 50 mil novos profissionais no ramo da TI.

Responsável por 6,8% do PIB brasileiro segundo o IBGE, o setor de TI movimentou R$494,7 bilhões em 2019. Como consequência desta participação cada vez mais significativa na economia nacional, as profissões que integram a área estão entre as que mais cresceram no primeiro semestre de 2021. A expectativa da Brasscom é de que o investimento em Tecnologia da Informação fique em torno de R$90 bilhões por ano até 2024.

Para suprir essa carência de mercado com qualidade, é fundamental o fomento de mais vagas para os cursos de tecnologia nas Instituições de Ensino Superior (IES). Diante desta necessidade latente, outras estratégias pouco convencionais vêm sendo adotadas, como as próprias empresas do setor estruturar formações para capacitar novos profissionais. Neste sentido, portanto, o ensino técnico também desempenha um papel relevante para potencializar o acesso ao conhecimento em tecnologia.

Confira cinco especialidades em alta na tecnologia:

  1. Engenheiro de Cibersegurança: As atribuições de um engenheiro de cibersegurança são muito técnicas. Envolvem atividades como manejo de firewalls, criptografia de dados e desenvolvimento de sistemas de detecção de comportamentos anormais na rede. Além de desenvolver, auxilia na manutenção e prevenção de possíveis problemas dentro do software. 

Não é obrigatório possuir certificação para atuar como Engenheiro de Cibersegurança, ainda que esse seja um diferencial para as empresas no momento do processo seletivo. Por outro lado, a base teórica para aprender a profissão é obtida por meio de cursos técnicos de informática.

Requisitos essenciais: Docker Products, Ansible, DevOps, AWS e Kubernetes.

  1. Cientista de Dados: o profissional capacitado para reunir, interpretar e comunicar toda informação relevante contida em toneladas de dados que diariamente as empresas armazenam sobre o comportamento das pessoas – sejam clientes, prospects ou funcionários. Em seu trabalho, o cientista de dados lida com big data, uma grande massa de dados, na qual é preciso conhecer as técnicas de inteligência artificial e inteligência de negócios. Agrega-se a esses domínios a necessária fluência em programação, estatística e análise de texto.

A profissão de cientista de dados é relativamente nova e formada atualmente por profissionais de setores diferentes do conhecimento, com egressos de cursos de Engenharia, Computação, Administração, Estatística e Economia, por exemplo. A graduação em Ciência de Dados já existe no Brasil em algumas faculdades e é uma opção interessante para quem busca uma formação focada no assunto.

Requisitos essenciais: Machine Learning, Python e Linguagem R.

  1. Engenheiro de Software: O engenheiro de software trabalha no desenvolvimento de programas de computador, buscando a inovação e a ciência para garantir maior desempenho e produtividade dos setores da economia. Além de desenhar e testar novos programas, é responsável por realizar manutenção, revisão e atualização deles, além de poder gerenciar projetos e negócios de empresas de computação. 

Um engenheiro de software deve ser organizado e dedicado, ter domínio da matemática, lógica e tecnologia, gostar de solucionar problemas e estar sempre atualizado. Além disso, para se tornar um profissional, é necessário diploma de curso superior em Engenharia de Software. A especialização desse profissional pode acontecer com um curso de pós-graduação.

Requisitos essenciais: Apache Spark, Apache Hadoop, Apache Hive e Python.

  1. Especialista em Inteligência Artificial: O especialista em Inteligência Artificial (IA) é responsável por projetar e criar objetos artificiais, que solucionem problemas ou executem seu trabalho de forma independente. A Inteligência Artificial é multidisciplinar, o que significa que a pessoa deve ter conhecimentos em matemática, física, estudar alguma engenharia, como sistemas, software ou telecomunicações, e também dominar a programação.

Existem cursos de graduação, especialização e pós-graduação para quem quer entrar no mercado de IA. As técnicas estão bem documentadas na internet, possibilitando ao autodidata um caminho pessoal de desenvolvimento. Cursos feitos mais rapidamente, além da graduação, podem ser interessantes, dependendo do momento de vida de cada um.

Requisitos essenciais: Machine Learning, Deep Learning, Python e Ciência de Dados.

  1. Programador de Javascript: O desenvolvedor é aquele que programa, desenvolve e implanta sistemas em JavaScript. Realiza correções em sistemas para atender às necessidades dos usuários. Desenvolve trabalhos de montagem, depuração e testes de programas já desenvolvidos. 

A formação mais comum é de Graduação em Sistemas de Informação (Análise de Sistemas). Porém, existem cursos técnicos de desenvolvimento de software que preparam o profissional para suprir a demanda.

Requisitos essenciais: React.js, Node.js, AngularJS, Git e MongoDB. 

Seja por meio de um curso técnico, de graduação ou pós-graduação, o profissional que busca se capacitar no mercado de tecnologia abre um leque para inúmeras oportunidades profissionais. Em um mundo cada vez mais digital, o setor vem ganhando um protagonismo exponencialmente maior com o passar dos anos. Assim, cabe às IES compreender esse cenário, as necessidades da área como um todo e as especificidades deste mercado de trabalho, de forma a oferecer cada vez mais capacitações de tecnologia.

FONTE: Assessoria Martha Becker

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