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Educação | 12 de maio de 2022
Saúde mental e aprendizagem: Como manter o equilíbrio entre os dois
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Saúde mental e aprendizagem: Como manter o equilíbrio entre os dois

Trabalhar, praticar atividade física, ter momentos de lazer, estudar… Hoje em dia ter uma rotina diária parece um desafio e que muitas vezes temos que estar bem psicologicamente para podermos desempenhar 100% das atividades. A Era da Informação transformou as pessoas, hoje conseguimos absorver cada vez mais conteúdo todos os dias. Essa parece ser uma realidade cada vez mais inevitável, visto a configuração do mundo contemporâneo e do cotidiano a que cada vez mais pessoas estão submetidas, repleto de pressão para aprender e conhecer mais, produzir e criar mais, consumir, consumir e consumir mais, em um ciclo interminável.

Neste contexto, criar equilíbrio entre construir mais conhecimento e manter a saúde mental pode ser um desafio. Sem dúvidas, é importante continuar aprendendo e conquistando novas habilidades ao longo da vida, visando ao aperfeiçoamento pessoal e profissional. O aprendizado muitas vezes está associado apenas à educação formal: graduação, pós-graduação, ou até mesmo cursos de extensão e cursos livres que gerem certificado. Entretanto, as novas teorias de aprendizado como o lifelong learning ajudam a ressignificar esse paradigma. 

A organização Lifelong Learning Council Queensland (LLCQ), que apoia a promoção do conceito de lifelong learning em todo o mundo, indica que esse conceito se apoia em quatro pilares – Aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. Esses pilares também são as bases do que a UNESCO define como essencial para se pensar a educação nos dias atuais, que exige a mudança dos paradigmas que por tanto tempo sustentaram a educação formal e técnica como a única que desenvolve competências e habilidades necessárias.

Essa ideia vem sendo há muito tempo refutada pela própria dinâmica do mercado de trabalho, que mostra que pessoas flexíveis e dinâmicas, que têm habilidades pessoais e soft skills (https://www.fundacred.org.br/site/2022/04/14/o-que-sao-power-skills/) bem desenvolvidas, acabam por conquistar posições cada vez maiores em seus locais de trabalho. Assim, o aprendizado pode ser repensado como um processo natural e que desenvolve habilidades de todos os tipos, não apenas aquelas vendidas em cursos e livros.

Mais do que apenas seguir um conjunto de regras pré-determinadas que nos obrigam a continuar estudando e se atualizando, é possível ter o pensamento e ver a aprendizagem continuada como um ato de libertação, de ganho de autonomia e de realização pessoal – ou seja, como um fator que contribui para a saúde mental, e não o contrário. O portal Uol Edtech separou quatro dicas que podem ajudar a incorporar o aprendizado contínuo na rotina de forma saudável: 

  1. Crie seu próprio filtro: Aprenda a separar o que realmente importa, ou como diz o ditado, “separar o joio do trigo”, isso significa, naturalmente, fazer escolhas. É possível, dentro desse oceano imenso de informações, escolher quais deles você realmente quer consumir, quais deles passarão pelo crivo implacável do seu cérebro. Não se trata de parar de acompanhar o noticiário, as redes sociais, ou outras mídias quaisquer, mas sim de escolher melhor os momentos em que essas informações serão acessadas, e de escolher também quais dessas mídias realmente fazem bem para você e contribuem para o seu desenvolvimento enquanto pessoa. 

Essa não é uma tarefa fácil, mas pode se beneficiar muito de um acompanhamento psicológico profissional. Aprender a fazer essas escolhas pode ser a saída para dar o alívio mental e psicológico tão necessário, e abrir cada vez mais espaço no cérebro para o que realmente importa.

  1. Vá atrás do que você realmente gosta: Pouco adianta concentrar esforços tentando aprender o que não é interessante. Isso se aplica não apenas aos conteúdos aprendidos, mas também à forma como eles são aprendidos. As pessoas aprendem de formas diferentes e em ritmos diferentes: se você é uma pessoa que não gosta dos métodos da educação formal e não consegue se engajar em um curso estruturado por meio de provas, por exemplo, não faz nenhum sentido insistir neles. 
  2. Reduza a pressão: Desenvolver a habilidade de aprender melhor é, literalmente, criar um hábito. Os hábitos não surgem sozinhos, espontaneamente, e requerem um comprometimento para que se consolidem e se tornem mais naturais. Assim, ao contrário de se sobrecarregar com metas muito ambiciosas e que vão requerer tempo em excesso da rotina, é fundamental que cada um saiba estipular qual vai ser o tempo que será reservado, na semana, para focar na aprendizagem escolhida. 
  3. Compartilhe o seu aprendizado: O compartilhamento é essencial na busca por se tornar um lifelong learner, principalmente porque é um hábito que contribui e muito na aprendizagem durante a vida adulta. Ele indica que o ato de compartilhar pode ocorrer de inúmeras formas: em conversas com familiares e amigos, nas redes sociais, em redes de troca de conhecimentos, em momentos de troca dentro da empresa. 

Criar o próprio método de estudo é muito importante para quem deseja equilibrar o aprendizado contínuo e a saúde mental. Para isso é necessário abordar e testar novos métodos como metodologias ativas e a busca pela informação, desprendendo de métodos antigos de educação que, em muitos casos, não funcionam. Também é de vital importância que os jovens aprendam o melhor caminho para buscar conhecimento. Assim, terão mais facilidade quando atingirem a maioridade.

FONTE: Assessoria Martha Becker

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