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Carreiras | 05 de agosto de 2022
O lifelong learning deve começar dentro das companhias
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O lifelong learning deve começar dentro das companhias

Com a retomada dos negócios e a aceleração da high tech, os profissionais e candidatos – sejam estagiários ou aprendizes – precisam se adaptar às novas demandas. Ou seja, estar ciente das skills queridas pelo mercado e demonstrar interesse em aprender faz toda a diferença para conquistar seu espaço!

A manutenção do aprendizado é fundamental

Nos últimos anos, a implementação de processos tecnológicos empresariais resultou em uma maior compreensão da cultura de aprendizado, focada no conceito lifelong learning. O termo significa formação contínua e se mostra extremamente relevante para a necessidade do ser humano de seguir se desenvolvendo como trabalhador e indivíduo.

Para o diretor de experiência do cliente na Cypher Learning, Dither Balderas, essa mentalidade no espaço de trabalho vem da atitude dos colaboradores, mas sobretudo dos CEOs. “O objetivo é melhorar a si mesmo e otimizar o trabalho. Uma conduta positiva, nesse sentido, expande-se a retenção de funcionários, mantém as organizações atualizadas com as transformações globais e impulsiona o crescimento dos empreendimentos. Com todos esses benefícios, as entidades querem criar o ambiente propício para a evolução”, diz.

A prática sugere a alternância de tarefas dentro do ofício e educação complementar ao longo da vida para gerar novas habilidades além das obrigatórias. O conceito tem ganhado espaço reforçando a relevância de ir além de se formar ou completar um curso de pós-graduação.

De acordo com dados do World Economic Forum, 50% de todos os empregados precisarão de um novo curso em 2025 conforme a adoção das engenhosidades aumentar. Ou seja, cursos livres, profissionalizantes, entre outros, devem começar a fazer parte da vida dos brasileiros.

A necessidade de atualização no mundo corporativo

Trazer o lifelong learning para o universo corporativo tornou-se uma tendência na qual a aprendizagem é o cerne da empregabilidade e a garantia dos auxiliares fazerem as entregas mais assertivas. Cooperadores ao redor do mundo se viram assumindo novas tarefas e responsabilidades, então, quando várias pessoas estão a bordo e entendem seu papel, o passo seguinte é ajustar os hábitos institucionais.

De acordo com um levantamento da PWC, 80% dos CEOs mencionam a necessidade de novas aptidões como o maior desafio comercial dos próximos anos. Isso já é observado em muitos processos seletivos hoje e deve ser um ponto de atenção para os concorrentes.

Como adquirir conhecimento é essencial para os sujeitos progredirem e encontrarem satisfação na atuação, companhias com essa essência, oferecem oportunidades aos seus internos e estão construindo as bases para o sucesso a longo prazo. Conforme análise do Linkedin, um dos fatores principais para isso é a felicidade, a qual está altamente relacionada com as possibilidades de evolução e plano de carreira.

O primeiro passo é a conscientização

Por onde começar? Existem inúmeras formas, mas o primeiro passo é: comunicar o valor de tal atitude. Também é preciso trabalhar a equipe e os líderes para compreender os benefícios envolvidos. Assim, esses valores são completamente absorvidos e a marca pode criar planos para avançar.

Estima-se a escassez de “cabeças” capacitadas para assumir a demanda gerada. Portanto, a aprendizagem também oferece a oportunidade de qualificar essa mão de obra e contornar as estatísticas.

Além disso, ao promover o lifelong learning dentro da corporação, estende-se o benefício para cada um, resultando em uma jornada de crescimento individual. Por isso, os times precisam ter a liberdade e não devem ser limitados em relação ao saber. Afinal, o próprio ato de instruir-se, independentemente de um conteúdo diretamente aplicável à atividade ou não, ajuda a impulsionar a inovação, criatividade e imaginação.

Sendo assim, é aconselhável oferecer recursos, seja subsídio para fomentar as maestrias do próprio mercado ou indústria por meio de cursos, atualizações ou certificações. Lembre-se: se o público interno continuar nesse processo, a equipe ficará mais motivada e conectada.

Assim, é significativo compartilhar as conquistas! Isso pode ser feito em reuniões em grupo, nas quais os dirigentes mostram conquistas de um ou outro cooperador, por exemplo. Outra maneira de valorizar o progresso é disponibilizar os certificados de forma compartilhável ​​na rede interna ou externa.

Portanto, Balderas finaliza: “fornecer verdadeiramente o ambiente certo é coletar dados sobre o funcionamento das funções. Somente quando você tem informações sólidas, pode tomar decisões estratégicas e ajustar o programa”.

Na prática!

Veja só: o MBA (Master in Business Administration) transformou a carreira de Josiene Fernandes, por exemplo, e a ajudou a sair do desemprego. Em uma busca na Internet, ela encontrou um curso e a possibilidade de receber uma bolsa para completá-lo. Atualmente, ela é agente de inclusão sócio produtiva do projeto Trajeto e Renda, o qual tem como propósito gerar renda para municípios com índice de desenvolvimento humano baixo.

Josiene sentia a necessidade de se especializar em gestão e obter subsídios para prestar consultoria para mulheres da cidade de Rio Vermelho (MG). “A bagagem do MBA me ajuda porque tenho a expertise do gerenciamento e o técnico em agronegócio o qual me auxilia a compreender a agricultura familiar”, afirma.

Portanto, quando os assuntos abordados fazem sentido com a rotina, a aquisição do saber passa a ser algo agradável e leve, possível de acontecer. O protagonismo na busca por conhecimento tende a ser mais natural e prazeroso, engajando o conjunto em uma trilha de evolução.

Empresas, lembrem-se: tudo deve começar de dentro para fora. Afinal, o público interno é o porta-voz da corporação e a faz continuar existindo. Então, antes mesmo de começar a implementar novas ações e iniciativas, é fundamental ouví-los e mapear suas necessidades e fragilidades.

FONTE: Nube

 

 

Leia também: Qual a diferença entre pós-graduação e MBA?

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